sábado, 29 de dezembro de 2012

A JUBILOSA EXPECTATIVA


     REGINA DINIZ


Ouço o concerto das cigarras que cantam a beleza da vida...
Que é a realização de sonhos e propósitos de boas inspirações...

Sempre consulto a intimidade do meu subconsciente...
Quero descobrir qual a missão a cumprir...
Que me torne capaz, apta na contribuição original...
Que tenho como objetivo maior de dar ao mundo...

Ouço o concerto das cigarras que aceitam as idéias positivas...
Cremaram os pensamentos negativos e desfrutam a alegria de ser...

Presto muita atenção aos meus pressentimentos...
Que me sugerem sensações de buscas únicas...
Fujo da cultura padronizada que limitam a minha criatividade...
Seleciono as sugestões originais, aceito as boas renovações...

Ouço o concerto das cigarras que se expressam cantando...
Que souberam descobrir as emoções da felicidade...

Sento-me confortavelmente... fecho os olhos...
Percebo que tudo está na perfeita paz...
As percepções construtivas afloram na calma interior...
Lembro das energias do lindo nascer do sol...

Ouço o concerto das cigarras que tem fé só em coisas boas...
Que centram os seus pensamentos na expectativa do melhor...

Quanto mais tranquila, sinto mais possibilidades...
Aparecem mais soluções simples e viáveis...
A calma somada ao otimismo criativo...
Desperta-me para as realidades mais profundas...

Ouço o concerto das cigarras que demonstram crença firme...
Que aceitam a inteligência infinita mostrando os bons caminhos...

Aprendi que idéias surgem do meu imaginário...
E que regadas pelos benefícios dos meus bons pensamentos...
Supero dificuldades criativas transformando-as em mais paz...
Curando enfermidades mentais, vou crescendo espiritualmente...

Ouço o concerto das cigarras que depositam sua fé em Deus...
Que lhes dá coragem para enriquecer as convicções interiores...

A qualidade da vida pessoal pede prática e paciência...
Porque tudo em investimento pessoal requer dedicação...
Tenho certeza que fortaleço a parte bonita,
Acolhedora, gratificante que é a porção feita de luz...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

O HOMEM É A META DE TODOS OS ESFORÇOS SOCIAIS


REGINA DINIZ

“Confesso que não me sinto atraído pelo ideal de vida apresentado pelos que pensam que o estado normal dos seres humanos é o de lutar para progredir; que atropelar, esmagar, acotovelar e empurrarem-se uns aos outros, que compõem o tipo existente de vida social, é o destino mais agradável da espécie humana, ou qualquer coisa que não os sintomas desagradáveis de uma das fases do progresso industrial... Na verdade, é mais conveniente que, enquanto a riqueza for o poder, a ficar tão rico quanto possível for o objetivo universal da ambição, o caminho para a sua realização deveria ser aberto a todos, sem favor ou parcialidade. Mas o melhor estado para a natureza humana é aquele em que, embora ninguém seja pobre, ninguém deseja ser mais rico, nem tem qualquer motivo para ter medo de ser empurrado para trás pelos esforços que os outros fazem para ir a frente”. ( Autor John Stuart Mill - Principles of Political Economy – Londres).

Após profundas reflexões desde o fim da Idade Média, sonhava-se com um ser humano que enfatizasse a qualidade de vida acima da quantidade de vida. Recusava-se a definir a vida apenas em termos de ter e acentuava o seu desejo de ser. Cultivava a solidão e o silêncio construtivo. Descobria novas maneiras de se relacionar consigo mesmo, com os seus familiares, com os amigos e vizinhos e com o mundo.

Sabiam do valor das amizades, gastavam mais tempo em conversas amigáveis, socializando-se em alto nível. Privilegiavam a arte, a boa música, os livros, as caminhadas, apreciando a beleza da natureza. Rejeitavam a multiplicação ilimitada de necessidades desnecessárias. Suas preocupações maiores eram com a durabilidade, utilidade e beleza com os produtos que adquiriam e que deveriam ser escolhidos para durar e não como deseja a atual Sociedade de Consumo, para serem substituídos em pouco tempo.

O ideal seria se perguntar: Onde estamos agora e para onde nos dirigimos? O ser humano sempre lutou pela liberdade e pela felicidade e sempre se considerou como o senhor de seu destino. Na história da civilização ele sempre acreditou numa Sociedade Humanizada, na qual ele, e não os bens materiais seria a meta de todos os esforços sociais. De repente, sem ninguém entender, ele começou a competir pelos bens materiais, e tornou-se narcisista. É incrível que a força da megamáquina, a qual criou uma sociedade com funções maiores, e os homens como as peças de sua engrenagem com funções menores.

Os especialistas de marketing e propaganda no mundo inteiro, sempre trabalharam avidamente para vender os seus produtos, É preciso admitir que a sociedade de consumo e a globalização sempre existiram ao longo de milênios  com um único objetivo, transformar o mundo num mercado persa. Até os dias atuais, todos são habilmente seduzidos, para que comprem de tudo,  carregando para casa, e voltando na mesma hora para buscar mais.

Precisamos desconfiar da máquina da propaganda moderna, sermos incansavelmente críticos com a padronização de suas orientações, que habilmente manipulam os nossos desejos, e nos dobram para adquirir compulsivamente os seus repetitivos e superados produtos. É fundamental esclarecer, esmiuçar e ensinar as crianças a cultivar este espírito de discernimento. Seria uma excelente decisão não comprar por impulso, mas pensar antes.

“O mundo nunca foi alguma coisa estática, uma coisa que simplesmente nos foi dada e à qual uma pessoa, então “aceita” ou “ajusta-se” ou “combate”. Ao contrário, ele é um padrão dinâmico, no qual, desde o momento em que possuo autoconsciência, estou em processo do planejar e projetar. Assim Binswanger se refere ao mundo como “aquilo em cuja direção a existência seguiu de acordo com o que ela própria projetou “e continua para enfatizar que enquanto uma árvore ou um animal estão presos a seus “rascunhos” no que diz respeito ao ambiente,” a existência humana contém não somente numerosas possibilidades de ser como também e, principalmente, está fundamentada nessa potencialidade múltipla de ser”. ( Autor: Rollo May – Livro: A Descoberta do Ser – Editora Rocco Ltda – Rio de Janeiro – 1988 ).

Construir a própria identidade, e lapidá-la ao longo da vida é a maior conquista do indivíduo como um ser em busca da qualidade da experiência. A autoconsciência é o componente intrínseco e inseparável, é o ser que obrigatoriamente tem de estar consciente de si mesmo, ser responsável por si mesmo, se pretende tornar-se ele mesmo. Toda a dignidade do homem está no pensamento. Segundo Pascal em seu livro O Pensamento afirma: “- Vamos lutar para pensar bem – aí reside o princípio da moralidade”.

Quando sou apenas um reflexo, um espelho do mundo exterior apenas, não posso experimentar o sentimento de existir. O meu sentimento de ser não é a minha capacidade de perceber o mundo exterior, de medi-lo, de avaliar a realidade: ele é, ao contrário, minha capacidade de ver a mim mesma como um ser no mundo, de conhecer a mim mesma como o ser que pode traçar o seu próprio caminho. O sentimento de ser não se encontra voltado contra o mundo exterior, mas deve incluir a capacidade de impulsionar-me contra ele se necessário.

“Na década  de 1960 os estudantes revolucionários adotaram slogans como “Todo o poder para a imaginação”; “É proibido proibir”. O constante apelo a estas idéias, trinta anos depois, deveria ser óbvio para quem quer que volte o seu olhar para o cenário acadêmico e para a mídia.O estado de espírito pós-moderno, assim chamado, define-se, por um lado, por uma desilusão com as grandes histórias ou metanarrativas, incluindo um ideal de liberdade pessoal; por outro, do fato de ter se originado em grande parte da rebelião estética contra a cultura da classe média. A sensibilidade pós-moderna rejeita grande parte do modernismo também, mas está enraizada no ideal modernista de indivíduos emancipados das convenções, construindo identidades para si mesmos a seu próprio gosto, conduzindo suas próprias vidas - como Oscar Wilde teria dito - como se elas  mesmas fossem umas obras de arte. (Autor: Christopher Lasch – Livro: A Rebelião das Elites e a Traição da Democracia –
Ediouro 2000).

Diante de uma cultura padronizada, as lideranças consideradas inimigas da conformidade, rebeldes aos hábitos e costumes conservadores deveriam ser mais ouvidas. Os artistas com os seus riquíssimos imaginários, que Deus lhes deu, sempre mostraram o desprezo pela estagnação da tradição, que congelam a evolução cultural. O próprio Jesus Cristo era também um grande artista com a mensagem de um artista para o mundo. Ele disse ao homem: - Você tem uma personalidade maravilhosa. Desenvolva-a. Seja você mesmo.

Oscar Wilde ampliou a sua interpretação de “Cristo como precursor do movimento romântico na vida”.Tendo “criado a si mesmo” na sua própria imaginação, Jesus de Nazaré pregava o poder da imaginação como a base de toda a vida espiritual e material. Ele pregou a simpatia imaginativa, não o altruísmo, mas os seus próprios poderes de identificação simpática o tornaram “porta-voz” de todo o mundo que não consegue se expressar, o universo mudo dos que sofrem. Sua vida, conforme registrada nos Evangelhos era “como uma obra de arte”. 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A CANÇÃO DO ENCONTRO




REGINA DINIZ


O pássaro amarelo me olha e canta Bem-te-vi...

Olho para ele e recebo energias magnéticas...
Reconheço a inteligência infinita dentro de mim mesma...
Porque me orienta em todos os bons caminhos...
Tanto eu como este lindo pássaro nos abastecemos de fé...

O pássaro amarelo me olha e canta Bem-te-vi...

Olho para ele e sinto Deus fixado em nossos corações...
Identificamos a troca criativa presente em toda a parte...
Resolvemos nossos problemas nutridos de fé...
É o reconhecimento ao princípio divino em nosso íntimo...

O pássaro amarelo me olha e canta Bem-te-vi...

Olho para ele e digo que Deus é a presença no bem...
Sabemos que estamos fortalecendo a fé em nós mesmos...
Acreditamos que a fé é um modo de pensamento...
Sentimos que a fé é uma atitude mental positiva...

O pássaro amarelo me olha e canta Bem-te-vi...

Olho para ele e revelo que a fé é um sentimento de confiança...
Que pelo qual estamos orando irá ocorrer...
Deus é Inteligência Infinita e Bondade Absoluta...
Descobrimos que Honestidade e Sinceridade são filhos do amor...

O pássaro amarelo me olha e canta Bem-te-vi...

Olho para ele e conto que Deus está nos guiando...
E revela o nosso verdadeiro lugar...
Que ansiamos por saúde, harmonia e Paz...
Todas as pessoas têm fé em algo...

O pássaro amarelo me olha e canta Bem-te-vi...

Olho para ele e conto que lhe ofertei forças espirituais...
Ele cantou com exuberância...
As oportunidades estão sempre batendo a nossa porta...
Constantemente exaltamos Deus em nosso íntimo...

Eu te olho, tu me olhas, tudo pela vida...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A UNIVERSALIDADE DA EXPERIÊNCIA ÉTICA



REGINA DINIZ

Por mais freqüente e disseminado que se tenha tornado o uso da palavra  “crise” em nossa época, o estado mental que ela designa foi e é mais freqüente ainda. A sensação de que as coisas “vão mal”, de que não batem com o que era esperado, e a desorientação resultante sobre a maneira de prosseguir são freqüentes, comuns, talvez um acompanhamento universal da experiência existencial humana. Todo ser no mundo humano é reflexivo, sempre implica a recapitulação e análise, não pode durar muito sem autocrítica. O que é levado em conta com menos freqüência, porém, é o fato de que, a cada momento, na história várias gerações convivem, interagem, fazem intercâmbios e enfrentam assim a tarefa de coordenar suas ações e comunicar-se. Por esta razão a sociedade está permanentemente em “estado crítico” e as gerações mais velhas, pessoas que estão no mundo há mais tempo e tiveram mais tempo para desenvolver hábitos e expectativas, tendem a ser as primeiras a perceber o estado atual de coisas como um “estado de crise”. (Autor: Zygmunt Bauman Livro – Em Busca da Política – Ed.Jorge Zahar Editor Ltda – Rio de Janeiro – 2000).

A sociedade humana em si é uma entidade inventada, idealizada em modelos muito diferentes, e não facilmente compreensíveis. Avaliá-la e considerá-la na sua pluralidade, para compreender as suas novas propostas, acompanhar e discutir o seu sistema humano e social é grande acerto. São normais as invalidações das possibilidades e somos atingidos por profundas incertezas de como organizar o próprio código ético, o que é o estado normal da sociedade humana.

“Estar em crise” é a maneira costumeira e talvez a única concebível de autoconstituição (Castoriadis) ou autopoiesis (Luhmann), de auto reprodução e renovação, e cada momento na vida da sociedade é um momento de autoconstituição, reprodução e auto-renovação. A harmonização com a razão sempre aconteceram.  Mas há algumas décadas a sociedade entrou em desequilíbrio e ainda não conseguiu voltar ao estado de equilíbrio. É grande a preocupação pública atual com a “crise de ordem mundial”, a “crise de valores” a “crise da cultura”, a “crise das artes” e outras crises diariamente descobertas.

“O homem vive, toma partido, crê numa multiplicidade de valores, hierarquizá-os e dá assim sentido à sua existência mediante opções que ultrapassam incessantemente as fronteiras do seu conhecimento efetivo. No homem que pensa, esta questão só pode ser raciocinada, no sentido em que, para fazer a síntese  entre  aquilo que ele crê e aquilo que ele sabe, ele só pode utilizar uma reflexão, quer prolongando o saber, quer opondo-se a ele num esforço crítico para determinar as suas fronteiras atuais e legitimar a hierarquização  dos valores que o ultrapassam. Esta síntese raciocinada entre as crenças, quaisquer que elas sejam, e as condições do saber, constitui aquilo que nós chamamos uma “sabedoria” e é este que nos parece ser o objeto da filosofia”. (Jean Piaget – Sageza e Ilusão da Filosofia).

A “Crise de Valores” é percebida nos dias de hoje como um imenso perigo, detonando a moralidade que não é exercitada, por ser desacreditada a idéia da própria responsabilidade autônoma do sujeito moral. Na ausência da proposta ética (os regimes totalitários retiram o estudo da Ética dos bancos escolares e universitários como 1º. Ato) os indivíduos são confrontados com as próprias opções de acordo com o nível do julgamento moral, sentem-se inseguros e desorientados, porque não tiveram oportunidades de se desenvolverem. Esta “crise de valores” ou seja, a ausência do conhecimento ético é observada com preocupações.

O grande equívoco que a “crise de valores” propõe é a definição dos sujeitos morais por sua conformidade à norma, e não na certeza pela opção da conduta responsável. A prática da educação ética prima pela reflexão para que todos os indivíduos vivam de acordo com este preceito. A natureza da moralidade na qual a responsabilidade é ensinada e refletida ocupa um lugar de honra. A reflexão sobre a moralidade sempre motivou idéias favoráveis para os indivíduos, que admitiram que o caminho mais correto seria a prática da responsabilidade pelas escolhas morais.

Anthony Giddens, chega a ponto de descrever a modernidade como “uma cultura de risco”. O conceito de risco torna-se fundamental para a maneira como tantos agentes leigos como especialistas organizam o mundo moral... O mundo moderno tardio... é apocalíptico, não porque esta se dirigindo inevitavelmente rumo à catástrofe, mas porque introduz riscos que gerações precedentes não tiveram que enfrentar”. (Modernity and self – identity: Self and society in the late modern age, Polity Press, Cambridge – 1991, pp,3-4 ). Mas em seu estudo pioneiro dos riscos e perigos que a “ação cega” ( e nas sociedades contemporâneas ultracomplexas as ações estão, por assim dizer institucionalmente de olhos tapados) não pode senão gerar, Ubrich Beck observou que “o que prejudica a saúde e destrói a natureza não é reconhecível ao sentido do tato ou da vista”. Os efeitos escapam inteiramente às capacidades humanas de percepção direta. ( Risk Society: Towards a new modernity, Sage, Londres, 1991, p.27).

Nestes últimos trinta anos, a ausência do debate ético no sistema educacional e a retirada total do ensino ético na própria sociedade desnortearam a identidade humana. Tornaram-se desacreditadas as normas éticas, testadas e confiáveis que herdamos do passado e que nos ensinaram a importância do respeito e consideração para com os demais e para consigo mesmo.  Imediatamente teremos de investir e zelar para que não se destrua a dignidade que é o principal dos valores. Os pilares éticos não são coisas nem simples idéias que adquirimos, mas conceitos que traduzem nossas preferências.

Os valores éticos que se referem às normas ou critérios de conduta que afetam todas as áreas da nossa atividade como, por exemplo, -Solidariedade,  -Honestidade, -Verdade, -Lealdade, -Bondade, -Altruísmo, são valorizados  e procurados. Na hora de tomar uma decisão, cada um de nós, hierarquiza os valores de forma muito diversa. Os valores são as razões que justificam ou motivam as nossas ações.

Os valores individuais atualmente são definidos como crenças duradouras sobre formas específicas de comportamentos sociais ou sobre estados abstratos de existência. Atualmente, presta-se muita atenção em três componentes considerados básicos e universais da natureza humana: -necessidades biológicas, -necessidades de interação social estável –necessidades de sobrevivência dos grupos. Os valores e expectativas levam em consideração o universo do relacionamento e seu desempenho, que é avaliado quanto ao seu esforço no cumprimento de suas responsabilidades, lembrando que o indivíduo deve investir continuamente no seu desenvolvimento ético.

Hoje, para as pessoas, o reconhecimento do eu é tão importante quanto o de outros fatores do ambiente cultural, procurar a verdade sobre o eu é tão valioso quanto a procura da verdade em outros aspectos da vida. Devido a degradação dos costumes o indivíduo deveria saber se a sua introspecção é construtiva ou fútil. Podemos dizer que é construtiva quando direcionada para atender o desejo de tornarem-se seres humanos melhores, mais fecundos e mais fortes, cujo objetivo final seria a auto-aprovação.

Conforme nos lembra Freud (1930-1981), nossa felicidade e mesmo a nossa saúde depende diretamente da capacidade de amar. Em uma cultura que desencoraja e mesmo impede esse tipo de vínculo, teremos indivíduos cada vez mais frágeis e solitários. O indivíduo contemporâneo deve vivenciar a verdadeira felicidade. “As ciências mais relacionadas com as demandas humanas, são chamadas ao papel de questionar os aspectos de uma cultura que por estar mais submetida às leis de valorização do capital do que aos princípios éticos e a proteção dos seres humanos, perde sua característica fundamental de ser um processo de humanização, que prima pelos objetivos da pulsão de vida”. (Pedrossian – 2008).