sexta-feira, 25 de março de 2016

APRENDENDO A CIÊNCIA DA ELEVAÇÃO ESPIRITUAL


REGINA DINIZ



Sentimos que fizemos um enorme progresso...

Quando começamos a escutar os ruídos da alma...



Todavia, a grande certeza só vem...

Quando conseguimos ouvir o seu grande silêncio...

Meu espírito pode crescer indefinidamente...

Sei que ele me levará para o melhor...



O sol que alimenta o mundo inteiro brilha sozinho...

Preciso aprender a ciência da elevação espiritual...



Confio no Infinito Bem que me aguarda...

É preciso crescer em valores espirituais...

Não posso desfigurar impensadamente...

Os mais belos quadros da vida...



Necessito valorizar os meus momentos de silêncio...

Eles me recompensarão com orientações seguras...



Luto para cultivar a paciência ...

Dou-me a possibilidade de sentar-me tranquilamente...

Peço a Deus que me ajude...

A escutar a minha voz interior...



O silêncio evoca emoções e lembranças...

Volto para dentro de mim em busca de respostas...



Conscientemente respeito o compromisso...

Sei que a irresponsabilidade...

Resultará em repercussões  cármicas...

Procuro lugares cheios de energias de Deus...



Amplio a consciência do que me rodeia...

Vibro bons pensamentos e atos...



Desenvolvo a minha mente para aprender mais...

Sobre a minha destinação...

A intenção é uma sensação de saber...

E isso vem de dentro...



Ouvindo a minha intuição...

Eu ganho autoconfiança espiritual...



sexta-feira, 4 de março de 2016

A TRANSFORMAÇÃO QUE ÉTICA CAUSA NAS COMUNIDADES INTEIRAS


                                                         REGINA  DINIZ

“O filósofo espanhol Fernando Savater guiou sua palestra no Fronteiras do Pensamento, em Porto Alegre, na noite de segunda-feira, por um fio que ele mesmo admitiu ser pouco original, mas nem por isso menos necessário. No evento realizado no Salão de Atos da UFRGS, Savater discorreu sobre a educação como ferramenta essencial para se criar cidadãos em uma sociedade democrática.

Educar não é simplesmente formar empregados e trabalhadores qualificados em tal ou qual matéria, embora isso também seja desejável. Mas a educação tem um projeto mais ambicioso: formar pessoas completas, capazes de utilizar sua cidadania para reformar a própria vida democrática – comentou o espanhol.

Como já havia feito em muitos de seus livros, os mais recentes voltados a discutir problemas éticos e filosóficos em uma linguagem voltada para jovens leitores, Savater definiu a educação como “a coisa mais parecida possível com uma revolução sem sangue e sem violência. Em um mundo lotado de informação como o atual, segundo ele, o que torna a educação a chave para a vida contemporânea é, que ela ajuda os jovens bombardeados pela informação a navegar de modo consciente e formar a própria opinião. E até mesmo mudá-la, se for o caso.

Savater discutiu também as mazelas da sociedade com especial ênfase na corrupção, que para ele, é um problema que traz em si duas dimensões, uma ética e outra política. A corrupção por si não é o grande problema, para Savater, porque onde são estabelecidas liberdades civis, é inevitável que alguns abusem delas. O grande mal da corrupção em uma sociedade contudo, é quando ela é praticada em um ambiente em que a impunidade parece certa. 

Dar a ênfase a qualidade dos professores foi um dos primeiros passos da reforma educacional que o país implementou a partir dos anos 70, e é nesse quesito, que a Finlândia mais tem a ensinar ao Brasil. Quarenta anos atrás, metade da população Finlandesa vivia na zona rural. A economia era dependente das flutuações do preço da madeira, já que 55% das exportações vinham da indústria  florestal. Além dos bosques que cobram 75% do território, o país só tinha a oferecer sua mão de obra barata. Os finlandeses emigravam em massa para os vizinhos ricos, como a Suécia, em busca de melhores condições de vida.

Preocupados com a má qualidade das escolas públicas, os pais estavam transferindo os filhos para instituições privadas de ensino. Em alguns desses aspectos, a Finlândia se parecia com o Brasil. A reforma educacional colocou a qualificação dos problemas a cargo das universidades, com duração de cinco anos. Hoje, a profissão é disputadíssima (só 10% dos candidatos são aprovados) e usufruiu grande prestígio social (é a carreira mais desejada pelos estudantes do ensino médio).

O segundo passo da reforma, em 1985, foi descentralizar o sistema de ensino. Por esse conceito, o professor é o principal responsável pelo desempenho de seus alunos: é ele quem avalia os estudantes, identifica os problemas, busca soluções e analisa os resultados. O Ministério da Educação dá apenas as linhas gerais do conteúdo a ser lecionado. “Isso só é possível porque os professores recebem um treinamento prático e específico para saber lidar com tanta independência”, disse a VEJA, Hannele Niemi, vice-reitora da Universidade de Helsinque, que trabalha com a formação de professores há três décadas.

A cada três anos, as metas da escola são negociadas com o Conselho Nacional de Educação, órgão responsável por aplicar as políticas do ministério. “Queremos que os professores e os diretores que conhecem o dia-a-dia da escola, sejam responsáveis pela educação”, diz Reijo Lank Kanen, um dos membros mais antigos do Conselho Nacional de Educação. O governo finlandês faz anualmente um teste com todas as escolas do país e o resultado é entregue ao diretor da instituição comparando o desempenho de seus alunos com a média nacional. Cabe aos diretores e aos professores decidirem como resolver seus fracassos. Esse sistema tem o mérito de fazer com que os professores se sintam motivados para trabalhar.

 A Ética se refere a teoria de estudos sistemáticos sobre a prática moral. Dessa forma ela analisa e critica os fundamentos e princípios, que orientam ou justificam determinados sistemas e conjunto de valores morais. É, em outras palavras, a ciência da conduta, a teoria do comportamento moral dos homens em sociedade. A ética parte do fato da existência da moral, isto é, toma como ponto de partida a diversidade de morais no tempo, com seus respectivos valores, princípios e normas. Como teoria, não se identifica com os princípios e normas de nenhuma moral em particular e tampouco pode adotar uma atitude indiferente ou eclética diante delas. Como as demais ciências, a ética se defronta com fatos. Que estes sejam humanos implica, por sua vez, em que sejam fatos de valor.

Código de Ética nas Relações Interpessoais.
1 - Respeite a opinião dos outros.
2 - Leve em conta as necessidades e sentimentos dos outros.
3 - Seja autêntico.
4 - A maioria de nós prefere falar a ouvir. Ouça mais.
5 - Respeite as diferenças e não pise nos outros.
6 - Seja honesto.
7 - Seja generoso.
8 – Resolva, se possível, imediatamente os conflitos que surjam.

“Em um ambiente contaminado como o que vivemos, andando misturados estatisticamente com a Venezuela no lote dos países da América Latina que teimam em estar sempre com a lição de casa atrasada, o tema que mais aflige é a educação. Afinal, não há espécie animal, que despreze sua descendência no sentido natural de preservação. A primeira coisa que a tigresa no seu instinto materno, observa são os primeiros passos de sua cria em direção à caça. No momento, em que isso acontece, ela relaxa: a espécie vai continuar, o jovem animal está capacitado”. (Título: Educação é Problema – Autor: Ricardo Felizzola – Zero Hora – 17-10-2015).


É preciso saber bem o que é ter amor pela educação e acreditar que essa é a única saída para o crescimento do nosso Brasil. É importantíssimo lutar pela educação para todos e dar uma chance de futuro para as crianças em nosso país. É notável a transformação que a Educação Ética causa não somente na vida das crianças, mas também na vida de famílias e comunidades inteiras, É necessário incluirmos o estudo da Ética no currículo escolar desde o 1º- ano até a faculdade.