Regina Diniz
Quaisquer que sejam os méritos da fonte de validade das normas humanísticas, a meta geral de uma sociedade industrial humanizada pode ser definida da seguinte maneira: a mudança da vida social, econômica e cultural da nossa sociedade de maneira tal que estimule e intensifique o crescimento e a vivência do homem em vez de incapacitá-lo, que ela ative o indivíduo em lugar de torná-lo passivo e receptivo, que nossas capacidades tecnológicas sirvam ao crescimento do homem. Para que seja assim, devemos privilegiar a vontade do homem, orientada pela sua razão e pelo seu desejo de vivência ótima, deve tomar as decisões. ( Rollo May - Psicologia e Dilema Humano – Zahar Editores). As gerações futuras exigirão um planejamento cultural que inclua o crescimento do indivíduo, como principal objetivo, propondo toda a educação necessária para que ele alcance o máximo de funcionamento ótimo como ser.
Solicitarão mudança total do procedimento alienado para a administração humanista. Aparecerão novas formas de orientações e devoções espirituais em termos de alegria e realização, interesse no trabalho, motivação construtiva etc...
Na última década, os departamentos de recursos humanos deram um salto gigantesco na sofisticação das entrevistas para a seleção e promoção no trabalho. É evidente que desejam atrair mentes mais avançadas não só em termos de inteligência como também em termos de uma ampla visão do bem-estar humano. Aconteceu uma profunda mudança, agora é valorizada significativamente a unidade do coração e da mente. A psicologia proposta por Abraham Maslow é atualíssima com sua famosa pirâmide de auto-realização, cujo vértice termina com os valores: Vitalidade –Beleza –Bondade – Verdade.
Precisamos despertar para a importância dos problemas da Filosofia, Psicologia, Sociologia, História e Antropologia em nossa própria vida pessoal e profissional. A qualidade da vida subjetiva é fundamental. É o homem como homem, se relacionando com o mundo, como relações humanas, e só poderá trocar amor fraterno por amor fraterno, confiança por confiança, credibilidade por credibilidade, consciência por consciência etc... Urge exercer uma influência estimulante e propulsora.
“Para termos paz, devemos amar, começar a viver uma vida ideal, vendo as coisas como são, e sobre elas atuando e as transformando”. (Krishnamurte) A motivação nasce na vertente do autoconhecimento, onde ativamos nossa percepção para construir as nossas metas e objetivos da nossa vida. O nível da nossa motivação se reflete através de atos e gestos simples que mostram aspectos importantes de nosso ser, e que a interpretamos pelas nossas referências internas. O processo de autoconhecimento (diagnóstico auto-realizado) nos leva a compreender os nossos motivos interiores e o caminho para o crescimento.
Para identificar os nossos motivos, liberamos nossos sentimentos, utilizando a sinceridade, a autenticidade, a coerência para interpretar profundamente a nossa vida atual. É característica natural da espécie humana a constante mutação. Não devemos bloquear nossos impulsos, mas selecioná-los. A qualidade de ser é expressa por pensamentos bons.
Nós é que determinamos o nosso próprio valor. Podemos optar pelo refinamento da auto-imagem mental. A flexibilidade em todos os sentidos na vida é uma grande virtude. Ser flexível conosco e com os outros é saudável. É positivo considerar-se uma pessoa única e merecedora de seu lugar no universo.
Não há jeito como escapar de assumir a responsabilidade por nós mesmos. Abrindo os nossos corações para o mundo, a nossa existência parece naturalmente bela e harmoniosa. Pessoas motivadas têm um respeito por si mesmo e pelos outros.
Melhorando a nossa qualidade interior, poderemos refletir as benfeitorias que o mundo espera sentir em nossas ações, em nossa consciência e em nossos compromissos
pessoais, profissionais e sociais. O ideal é alçar vôo nas asas de nossa capacidade interna e refletir nossas ilimitadas possibilidades, sustentadas na harmonia e no equilíbrio do nosso ser. Temos uma séria obrigação com a vida de um modo geral, e uma gigantesca responsabilidade com esse maravilhoso templo que habitamos: o corpo, a mente e o coração.
Atualmente presenciamos uma busca ansiosa pela elevação do padrão de vida, pela aquisição de bens materiais que traz prestígio social. Isto não é qualidade de vida. Quando consideramos a dimensão individual, constatamos que a qualidade de vida corresponde à percepção e ao grau de satisfação que cada um tem de si em um dado momento. Quando maior for esta satisfação, melhor a qualidade de vida.
É importante destacar o grau de subjetividade dessa satisfação. O ponto-chave da qualidade de vida, então, reside na capacidade de se perceber e distinguir o que é bom e o que é ruim para cada um de nós. Mas é sempre bom lembrar, que é importante investir na elevação da alma.
“Todos possuem um talento. O raro é a coragem de seguir o talento até o lugar escuro para onde ele nos conduz” (Erica Yong). Nossa vida tem um propósito maior e os sonhos que moldam nossas ações ou nos estimulam a procurar novos caminhos não são coincidências. Os sonhos são mensagens do eu interior, que nos motiva a alcançar o objetivo para cuja realização recebemos de Deus os talentos necessários. Cada um de nós tem aptidões para serem empregadas de uma maneira só nossa.
Precisamos participar e oferecer plena atenção na vida à nossa volta. Para vivenciar a alegria que merecemos, precisamos beneficiar os habitantes deste mundo com nosso talento. Nossos sonhos são nossos guias e nós devemos segui-los.
Possuímos talentos que precisam de incentivo para desabrochar. Todos nós fomos abençoados com determinados talentos, porque o mundo em que vivemos precisa de nosso envolvimento individual. Cada um de nós tem o encargo de contribuir para a vida dos que nos cercam. Quando cada um agiu à medida que a necessidade surgia, a soma de talentos tornou a estrada mais fácil.
Somos convocados a participar da vida através de nossa criatividade e ela ajuda a definir quem somos. O que ela quer nos dizer é que somos importantes, necessários. Não existe ninguém sem uma capacidade criativa, uma característica que emprega a quantidade certa a uma situação que envolve outras pessoas. Quer seja o senso de humor, a capacidade de escrever ou pintar, o dom de resolver disputas, cada um de nós possui um talento especial ligado ao nosso nome, como um cartão de visita, e diariamente somos convocados a dar a nossa contribuição por menor que seja.
Quaisquer que sejam os méritos da fonte de validade das normas humanísticas, a meta geral de uma sociedade industrial humanizada pode ser definida da seguinte maneira: a mudança da vida social, econômica e cultural da nossa sociedade de maneira tal que estimule e intensifique o crescimento e a vivência do homem em vez de incapacitá-lo, que ela ative o indivíduo em lugar de torná-lo passivo e receptivo, que nossas capacidades tecnológicas sirvam ao crescimento do homem. Para que seja assim, devemos privilegiar a vontade do homem, orientada pela sua razão e pelo seu desejo de vivência ótima, deve tomar as decisões. ( Rollo May - Psicologia e Dilema Humano – Zahar Editores). As gerações futuras exigirão um planejamento cultural que inclua o crescimento do indivíduo, como principal objetivo, propondo toda a educação necessária para que ele alcance o máximo de funcionamento ótimo como ser.
Solicitarão mudança total do procedimento alienado para a administração humanista. Aparecerão novas formas de orientações e devoções espirituais em termos de alegria e realização, interesse no trabalho, motivação construtiva etc...
Na última década, os departamentos de recursos humanos deram um salto gigantesco na sofisticação das entrevistas para a seleção e promoção no trabalho. É evidente que desejam atrair mentes mais avançadas não só em termos de inteligência como também em termos de uma ampla visão do bem-estar humano. Aconteceu uma profunda mudança, agora é valorizada significativamente a unidade do coração e da mente. A psicologia proposta por Abraham Maslow é atualíssima com sua famosa pirâmide de auto-realização, cujo vértice termina com os valores: Vitalidade –Beleza –Bondade – Verdade.
Precisamos despertar para a importância dos problemas da Filosofia, Psicologia, Sociologia, História e Antropologia em nossa própria vida pessoal e profissional. A qualidade da vida subjetiva é fundamental. É o homem como homem, se relacionando com o mundo, como relações humanas, e só poderá trocar amor fraterno por amor fraterno, confiança por confiança, credibilidade por credibilidade, consciência por consciência etc... Urge exercer uma influência estimulante e propulsora.
“Para termos paz, devemos amar, começar a viver uma vida ideal, vendo as coisas como são, e sobre elas atuando e as transformando”. (Krishnamurte) A motivação nasce na vertente do autoconhecimento, onde ativamos nossa percepção para construir as nossas metas e objetivos da nossa vida. O nível da nossa motivação se reflete através de atos e gestos simples que mostram aspectos importantes de nosso ser, e que a interpretamos pelas nossas referências internas. O processo de autoconhecimento (diagnóstico auto-realizado) nos leva a compreender os nossos motivos interiores e o caminho para o crescimento.
Para identificar os nossos motivos, liberamos nossos sentimentos, utilizando a sinceridade, a autenticidade, a coerência para interpretar profundamente a nossa vida atual. É característica natural da espécie humana a constante mutação. Não devemos bloquear nossos impulsos, mas selecioná-los. A qualidade de ser é expressa por pensamentos bons.
Nós é que determinamos o nosso próprio valor. Podemos optar pelo refinamento da auto-imagem mental. A flexibilidade em todos os sentidos na vida é uma grande virtude. Ser flexível conosco e com os outros é saudável. É positivo considerar-se uma pessoa única e merecedora de seu lugar no universo.
Não há jeito como escapar de assumir a responsabilidade por nós mesmos. Abrindo os nossos corações para o mundo, a nossa existência parece naturalmente bela e harmoniosa. Pessoas motivadas têm um respeito por si mesmo e pelos outros.
Melhorando a nossa qualidade interior, poderemos refletir as benfeitorias que o mundo espera sentir em nossas ações, em nossa consciência e em nossos compromissos
pessoais, profissionais e sociais. O ideal é alçar vôo nas asas de nossa capacidade interna e refletir nossas ilimitadas possibilidades, sustentadas na harmonia e no equilíbrio do nosso ser. Temos uma séria obrigação com a vida de um modo geral, e uma gigantesca responsabilidade com esse maravilhoso templo que habitamos: o corpo, a mente e o coração.
Atualmente presenciamos uma busca ansiosa pela elevação do padrão de vida, pela aquisição de bens materiais que traz prestígio social. Isto não é qualidade de vida. Quando consideramos a dimensão individual, constatamos que a qualidade de vida corresponde à percepção e ao grau de satisfação que cada um tem de si em um dado momento. Quando maior for esta satisfação, melhor a qualidade de vida.
É importante destacar o grau de subjetividade dessa satisfação. O ponto-chave da qualidade de vida, então, reside na capacidade de se perceber e distinguir o que é bom e o que é ruim para cada um de nós. Mas é sempre bom lembrar, que é importante investir na elevação da alma.
“Todos possuem um talento. O raro é a coragem de seguir o talento até o lugar escuro para onde ele nos conduz” (Erica Yong). Nossa vida tem um propósito maior e os sonhos que moldam nossas ações ou nos estimulam a procurar novos caminhos não são coincidências. Os sonhos são mensagens do eu interior, que nos motiva a alcançar o objetivo para cuja realização recebemos de Deus os talentos necessários. Cada um de nós tem aptidões para serem empregadas de uma maneira só nossa.
Precisamos participar e oferecer plena atenção na vida à nossa volta. Para vivenciar a alegria que merecemos, precisamos beneficiar os habitantes deste mundo com nosso talento. Nossos sonhos são nossos guias e nós devemos segui-los.
Possuímos talentos que precisam de incentivo para desabrochar. Todos nós fomos abençoados com determinados talentos, porque o mundo em que vivemos precisa de nosso envolvimento individual. Cada um de nós tem o encargo de contribuir para a vida dos que nos cercam. Quando cada um agiu à medida que a necessidade surgia, a soma de talentos tornou a estrada mais fácil.
Somos convocados a participar da vida através de nossa criatividade e ela ajuda a definir quem somos. O que ela quer nos dizer é que somos importantes, necessários. Não existe ninguém sem uma capacidade criativa, uma característica que emprega a quantidade certa a uma situação que envolve outras pessoas. Quer seja o senso de humor, a capacidade de escrever ou pintar, o dom de resolver disputas, cada um de nós possui um talento especial ligado ao nosso nome, como um cartão de visita, e diariamente somos convocados a dar a nossa contribuição por menor que seja.
