Regina Diniz
Os grandes mistérios das questões humanísticas tal como: qual o meu objetivo na vida? O que eu procuro com ímpeto? Qual o dom que bate mais forte no meu ser? O que minha prontidão cognitiva quer descobrir? Nestas interrogações somos gratificados, por ter nos dado conta, de que existimos com uma finalidade maior.
São propostas muito antigas, milenares, e sempre propuseram perguntas, que até hoje, causam impacto positivo de renovação pessoal. E todos os indivíduos de um jeito ou de outro, colocam em sua pauta de reflexão algumas respostas para si mesmo, e se elas não surgirem já valeu a proposta.
Há mais de vinte e cinco séculos Lao-Tsé afirmava: ”- A maneira de agir é ser”. O cabedal de conhecimentos é universal e amealhado durante milênios. É a jóia do crescimento interior em nosso planeta. É possível discernir um conjunto de valores éticos, uma direção positiva, respostas provisórias a caminho do auto-encontro.
Tudo é possível quando o ser humano tem a liberdade de escolher. O uso correto da razão acarreta, de acordo com Spinoza, por si só, compreender todos os problemas, ou seja: - a capacidade de transcender a situação imediata, - a capacidade de perceber o todo, - a capacidade de discernimento, - a capacidade de percepção poética .
Charles Morris, num importante estudo, investigou objetivamente padrões de vida preferidos por estudantes da Índia, China, Japão, Estados Unidos, Canadá e Noruega.
Através de uma análise aprofundada desses dados, determinou as dimensões valorativas subjacentes, que pareciam orientar milhares de preferências individuais. (Tornar-se Pessoa - Karl Rogers).
A primeira dessas dimensões de valor implica uma preferência por uma participação na vida responsável, moral, ordenada por si, apreciando e conservando aquilo que o homem já conseguiu. A segunda dimensão acentua o gosto pela ação vigorosa na superação dos obstáculos. Este valor implica uma abertura confiante à mudança, quer para resolver os problemas pessoais e sociais, quer para vencer obstáculos no mundo natural.
A terceira dimensão enfatiza o valor de uma vida interior autônoma com uma consciência de si, rica e elevada. O controle sobre as pessoas e as coisas é rejeitado, em favor de uma visão mais profunda e simpática percepção de si e dos outros. A quarta dimensão subjacente valoriza a receptividade às pessoas e à natureza. A inspiração é vista como brotando de uma fonte, que nasce fora do eu, e a pessoa vive e se desenvolve numa delicada correspondência a essa fonte.
A quinta e última dimensão acentua o prazer dos sentidos, a procura do próprio prazer. São valorizados os prazeres simples da vida, um abandono ao momento, uma abertura descontraída à vida. Este estudo mediu objetivamente as respostas dadas em diferentes culturas à questão sobre qual será o objetivo final da vida. É como pessoas de diferentes culturas tivessem em comum as cinco tonalidades principais de valores.
O pensador Soeren Kierkegaard sugeriu: ”- Ser o que realmente se é”. O indivíduo não gosta de teatralizar um eu que ele não é. As atitudes escolhidas livremente são eficientes nas mudanças construtivas, na personalidade e no comportamento do indivíduo.
Quando num ambiente impregnado de atitudes construtivas é desenvolvida uma maior compreensão, uma significativa autoconfiança, serão mais competentes em escolherem os comportamentos que terão. Serão mais livres para ser e transformarem-se. Desempenha um relevante papel a autenticidade, que valoriza muito o ser humano.
Um indivíduo, num clima estimulante, escolhe caminhos construtivos e positivos. A tendência à auto-realização é inata, ela pulsa no coração humano. A auto-realização também faz parte de uma poderosa tendência formativa de nosso universo.
Quando criamos um clima que permite que as pessoas sejam, que a auto-expressão se manifeste, aumentamos a nossa capacidade de transcendência. Sugerimos direções novas e mais espirituais em nosso desenvolvimento humano. Precisamos aprender mais a respeito de nossas capacidades intuitivas... Interpretar melhor o nosso vasto espaço interior, que de uma maneira ou de outra, sempre se mostra para nós.
“Deixamo-nos de nos reconhecer na obrigação de viver em nome de qualquer coisa, que não nós mesmos. (Gilles Lipovetsky – livro: L’individualisme contemporain – l993-p.327-81). A eternidade da alma dota a vida terrena de uma valor inestimável. O processo de crescimento interior é um caminho espiritual. E essa aventura de crescimento pessoal fala de nosso ser mais profundo, do criador que existe em cada um de nós, da originalidade que é plena e originalmente nós. Deus existe.
Os grandes mistérios das questões humanísticas tal como: qual o meu objetivo na vida? O que eu procuro com ímpeto? Qual o dom que bate mais forte no meu ser? O que minha prontidão cognitiva quer descobrir? Nestas interrogações somos gratificados, por ter nos dado conta, de que existimos com uma finalidade maior.
São propostas muito antigas, milenares, e sempre propuseram perguntas, que até hoje, causam impacto positivo de renovação pessoal. E todos os indivíduos de um jeito ou de outro, colocam em sua pauta de reflexão algumas respostas para si mesmo, e se elas não surgirem já valeu a proposta.
Há mais de vinte e cinco séculos Lao-Tsé afirmava: ”- A maneira de agir é ser”. O cabedal de conhecimentos é universal e amealhado durante milênios. É a jóia do crescimento interior em nosso planeta. É possível discernir um conjunto de valores éticos, uma direção positiva, respostas provisórias a caminho do auto-encontro.
Tudo é possível quando o ser humano tem a liberdade de escolher. O uso correto da razão acarreta, de acordo com Spinoza, por si só, compreender todos os problemas, ou seja: - a capacidade de transcender a situação imediata, - a capacidade de perceber o todo, - a capacidade de discernimento, - a capacidade de percepção poética .
Charles Morris, num importante estudo, investigou objetivamente padrões de vida preferidos por estudantes da Índia, China, Japão, Estados Unidos, Canadá e Noruega.
Através de uma análise aprofundada desses dados, determinou as dimensões valorativas subjacentes, que pareciam orientar milhares de preferências individuais. (Tornar-se Pessoa - Karl Rogers).
A primeira dessas dimensões de valor implica uma preferência por uma participação na vida responsável, moral, ordenada por si, apreciando e conservando aquilo que o homem já conseguiu. A segunda dimensão acentua o gosto pela ação vigorosa na superação dos obstáculos. Este valor implica uma abertura confiante à mudança, quer para resolver os problemas pessoais e sociais, quer para vencer obstáculos no mundo natural.
A terceira dimensão enfatiza o valor de uma vida interior autônoma com uma consciência de si, rica e elevada. O controle sobre as pessoas e as coisas é rejeitado, em favor de uma visão mais profunda e simpática percepção de si e dos outros. A quarta dimensão subjacente valoriza a receptividade às pessoas e à natureza. A inspiração é vista como brotando de uma fonte, que nasce fora do eu, e a pessoa vive e se desenvolve numa delicada correspondência a essa fonte.
A quinta e última dimensão acentua o prazer dos sentidos, a procura do próprio prazer. São valorizados os prazeres simples da vida, um abandono ao momento, uma abertura descontraída à vida. Este estudo mediu objetivamente as respostas dadas em diferentes culturas à questão sobre qual será o objetivo final da vida. É como pessoas de diferentes culturas tivessem em comum as cinco tonalidades principais de valores.
O pensador Soeren Kierkegaard sugeriu: ”- Ser o que realmente se é”. O indivíduo não gosta de teatralizar um eu que ele não é. As atitudes escolhidas livremente são eficientes nas mudanças construtivas, na personalidade e no comportamento do indivíduo.
Quando num ambiente impregnado de atitudes construtivas é desenvolvida uma maior compreensão, uma significativa autoconfiança, serão mais competentes em escolherem os comportamentos que terão. Serão mais livres para ser e transformarem-se. Desempenha um relevante papel a autenticidade, que valoriza muito o ser humano.
Um indivíduo, num clima estimulante, escolhe caminhos construtivos e positivos. A tendência à auto-realização é inata, ela pulsa no coração humano. A auto-realização também faz parte de uma poderosa tendência formativa de nosso universo.
Quando criamos um clima que permite que as pessoas sejam, que a auto-expressão se manifeste, aumentamos a nossa capacidade de transcendência. Sugerimos direções novas e mais espirituais em nosso desenvolvimento humano. Precisamos aprender mais a respeito de nossas capacidades intuitivas... Interpretar melhor o nosso vasto espaço interior, que de uma maneira ou de outra, sempre se mostra para nós.
“Deixamo-nos de nos reconhecer na obrigação de viver em nome de qualquer coisa, que não nós mesmos. (Gilles Lipovetsky – livro: L’individualisme contemporain – l993-p.327-81). A eternidade da alma dota a vida terrena de uma valor inestimável. O processo de crescimento interior é um caminho espiritual. E essa aventura de crescimento pessoal fala de nosso ser mais profundo, do criador que existe em cada um de nós, da originalidade que é plena e originalmente nós. Deus existe.

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