Regina Diniz
“Quando nos comprometemos com novas áreas de aprendizagem, quando aceitamos
tarefas que exigem mais de nós, aumentamos nosso poder pessoal. A auto-afirmação e-
xige coragem. (Paul Tillich – Livro: The Courage To Be).
“Quando nos comprometemos com novas áreas de aprendizagem, quando aceitamos
tarefas que exigem mais de nós, aumentamos nosso poder pessoal. A auto-afirmação e-
xige coragem. (Paul Tillich – Livro: The Courage To Be).
Sentimos a nossa competência de percepção e reflexão em uma determinada experiência, quando ela nos mostra interesse e emoção. A condição afetiva conta muito.
Somos plenamente coração. Para compreender a si mesmo é importante momentos de meditação positiva, que nos mostram mananciais de força e segurança emocional.
Estudar, trabalhar, usar o dom da criatividade, ser responsável pela própria vida aumenta a autoconsciência. Interpretar o mundo pela razão pura é uma lei irrefutável. A qualidade de pensamento é o berço das mais elevadas qualidades humanas. Somos proprietários de poderosas abstrações, como amor fraterno, bondade, sensibilidade estéti-ca e assim por diante.
Perceber com inteligência o desafio da cultura em que vivemos e melhorá-la acorda o instinto de criatividade que habita dentro de nós. A imaginação criadora está em contínua prontidão, forçando a sua explosão esclarecedora.
Todos nós podemos viver em estado de criatividade: - levando a vida com alegria, -com seriedade, - com afeto, - com apoio, - com união, - com qualidade de idéias e abertamente com humor.
Sullivan – “As nossas atitudes para com os outros correspondem as nossas atitudes para conosco e necessitamos basicamente amar a nós próprios se quisermos amar os outro, está, hoje, demonstrada acima de qualquer dúvida.
Para operacionar a realização de nossas idealizações precisamos confiar em nós mesmos e nos admirar. A confiança e a admiração devem ser plasmadas no âmbito dos valores.
O auto-respeito é a convicção de nosso próprio valor, e que nosso bem-estar emocional vale a pena ser mantido, protegido e nutrido. O respeito por nós mesmos mostra a qualidade de interação que vivemos, a expectativa da amizade, do amor fraterno e do prazer existencial como conseqüência de quem somos e do que fazemos.
Através de opções, durante as várias etapas da vida, vamos edificando passo a passo a nossa própria identidade. A honra é resgatada a cada trabalho bem feito, o que muito nos gratifica.
Através de opções, durante as várias etapas da vida, vamos edificando passo a passo a nossa própria identidade. A honra é resgatada a cada trabalho bem feito, o que muito nos gratifica.
Nosso monumento emocional é construído com o melhor de nós mesmos. Minuto a minuto descobrimos novas habilidades que vão sendo substituídas por outras e assim por diante. Os nossos objetivos existenciais são traçados além do horizonte... É assim que progredimos... Desejamos o inalcansável...
O nosso crescimento pessoal e emocional é complexo. Só nós sabemos o que é bom para nós, porém uma coisa é certa: “As maravilhas de nossa evolução não são bens compráveis, assim como o ar que respiramos ainda não foi comercializado e nunca o será”.
Marcas, grifes, objetos, carros, vestuário jamais poderão fazer parte da linguagem de reconhecimento humano. Eles não representam nada diante da sólida estrutura cognitiva do ser humano.
É preciso distinguir atentamente. A própria identidade é o melhor que temos como auto-reconhecimento. Ela não é momentânea e nem descartável.
A cultura de consumo é violenta e sem valores construtivos, encaminha-se para a destruição das bases do ser humano, isto é, do equilíbrio que desde os gregos o pensamento universal manteve. A sociedade de consumo pretende ser uma cultura rodeada de muralhas, rica e ameaçada, mas engana e se engana pois esta favelizando o mundo.
