sexta-feira, 23 de junho de 2017

NORMAS E PRINCÍPIOS MORAIS, RELIGIOSOS ÉTICOS FORMAM A SOCIEDADE




REGINA  DINIZ



Em cada aluno há dois seres inseparáveis, porém distintos. Um deles seria o que o sociólogo francês Émila Durkheim (l858-1917)chamou de individual. Tal porção do sujeito – o sujeito bruto – segundo ele,  é formado pelos estados mentais de cada pessoa. O desenvolvimento dessa metade do homem foi a principal função da educação até o século 19. Principalmente por meio da psicologia, entendida então como a ciência do indivíduo, os professores tentavam construir nos estudantes os valores e a moral. A caracterização do segundo ser foi o que deu projeção a Durklein. “Ele ampliou o foco conhecido até então, considerando e estimulando também o que concebeu como o outro lado dos alunos, algo formado por um sistema de idéias que exprimem, dentro das pessoas a sociedade de que fazem parte”, explica Dermeval Saviani, professor emérito da Universidade Estadual de Campinas. Durkhein acreditava que a sociedade seria mais beneficiada pelo processo educativo. Para ele “a educação é uma socialização da jovem geração pela geração adulta”. E quanto mais eficiente for o processo, melhor será o desenvolvimento da comunidade em que a escola esteja inserida.



Nessa concepção durkheiniana, as consciências  individuais são formadas pela sociedade. Ela é oposta ao idealismo, de acordo com o qual a sociedade é moldada pela consciência humana. “A construção do ser social, feita em boa parte pela educação, é a assimilação pelo indivíduo de uma série de normas e princípios - sejam morais, religiosos, éticos ou de comportamento – que baliza a conduta do indivíduo num grupo. O homem, mais do que formador da sociedade, é um produto dela.



Este sociólogo francês, além de caracterizar a educação como um bem social, a relacionou pela primeira vez às normas sociais e a cultura local, diminuindo o valor, que as capacidades individuais têm na  constituição de um desenvolvimento coletivo. Todo o passado da humanidade contribuem para fazer o conjunto de máximas, que dirigem os diferentes modelos de educação, cada uma com as características que lhe são próprias. As sociedades cristãs da Idade Média, por exemplo, não teriam sobrevivido se tivessem dado ao pensamento racional  o lugar que lhe é dado atualmente.



A educação torna-se indispensável. pois sua tarefa essencial de ser o desenvolvimento da capacidade de aprender e de promover a autonomia da pessoa  para ser o cidadão ativo e conectado deste novo tempo. Essa atuação só se efetiva no contexto de um Estado democrático, no qual a verdadeira liberdade não se restringe à liberdade física. Na era do conhecimento, só será plena com a liberdade intelectual. Nesta, o sujeito desenvolve aptidões que o capacitarão a fazer um melhor julgamento e decidir de que modo os valores fundamentais, consagrados pela sociedade e formalizados como direitos na ordem constitucional, devem ser concretizados pelos poderes públicos com eficiência e transparência. (Autor: Denise Souza Costa – Sem educação seremos escravos da ignorância – Jornal Zero Hora).



O instrumento hábil para que a pessoa atinja esse status é a educação formal da qualidade somada à educação para uma cidadania responsável. Ler muito e de tudo. Conviver com pessoas diferentes. Ouvir mais do que falar. Comprometer-se com causas com causas pessoais. Porque é importante ler? Que lê com assiduidade e compreende o que lê – amplia o seu horizonte de conhecimento, de cultura e de oportunidades. Ler amplia o vocabulário, permite maior compreensão da sociedade e do mundo, facilita o entendimento de uma civilização que se vale da escrita para se comunicar e se orientar.



Pesquisa realizada no ano passado pelo Instituto Pró-Livro revelou que apenas 28% da população brasileira lê livros, jornais e textos  de maior conteúdo na internet. Significa que o Brasil tem um universo de 100 milhões de pessoas, que se declaram não leitores. O levantamento mostrou também que 85% da população usa o seu tempo livre preferencialmente para ver televisão.



Por que é importante ler? O slogan da campanha governamental tem uma resposta emblemática para esta questão: Leia Mais, Seja Mais. Quem lê com assiduidade e compreende o que lê amplia seu horizonte de conhecimento, de cultura e de oportunidades. Ler amplia o vocabulário, permite maior compreensão da sociedade e do mundo, facilita o entendimento de uma civilização que se vale da es-crita para se comunicar e se orientar. Quem lê tem acesso mais rápido a informações que podem ser decisivas numa sociedade cada vez mais competitiva. Ler facilita, também, o uso da tecnologia.



Ler é um prazer. Com boas escolhas, o leitor pode viajar pelo mundo sem sair de casa, tem oportunidade de conhecer lugares e culturas diferentes, de antecipar e ampliar o conhecimento sobre coisas que, de outra forma sequer imaginaria existir. Um leitor atento e bem informado não se deixa enganar por manipuladores, confronta posições divergentes e aprende distinguir a verdade da impostura. Quem lê aperfeiçoa o discernimento, desenvolve a personalidade, e conquista a consciência para defender suas próprias posições. Estimular a leitura é investir na cidadania e na construção de um país mais digno.



O professor e a escola procuram transmitir aos alunos o verdadeiro sentido do trabalho em equipe, porque um não sobrevive sem o outro e ambos não sobrevivem sem o aluno. O professor e a escola precisam ser parceiros, porque fazem parte de uma mesma comunidade na qual o aluno é o principal protagonista. A escola precisa ser reflexiva, crescer, ser ambiente propício e lugar de construção do conhecimento; o professor tem que ter sempre em mente,  que a escola se faz de pessoas e quando falamos em escola, a primeira coisa que nos vem à lembrança é a figura do professor, pois cada um de nós traz em si mesmo a recordação daquela pessoa que, no decorrer da nossa vida, nos deixou na memória a sua imagem.



O primeiro objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram – pessoas criativas, inventivas e descobridoras. O segundo objetivo da educação é formar mentes que possam ser críticas, possam verificar e não aceitar tudo o que lhes é oferecido. O maior perigo hoje é dos “slogans”, opiniões coletivas, tendências do pensamento “ready-made”. Temos que estar aptos e resistir, a criticar, a distinguir o que está demonstrado e o que não está. Portanto, precisamos de discípulos ativos, que aprendam cedo a encontrar as coisas por si mesmos, em parte por si mesmos, em parte por sua atividade espontânea e, em parte, pelo material que preparemos para eles.



Para falar do professor reflexivo, precisamos entender que a introspeção é a única forma de proporcionar, a cada um, as condições necessárias à análise do seu próprio grau de amadurecimento e de comprometimento. Trata-se de um processo individual, único que não se aprende na escola. Por isso, nossas Universidades buscam despertar nos alunos uma consciência crítica, analítica e reflexiva para que, depois de formados, sejam capazes de difundir, como profissionais, essa prática e estabelecer uma outra época para as novas gerações.  

domingo, 11 de junho de 2017

APRENDENDO A VIVER A VIDA






                                        REGINA  DINIZ



Quanto mais contato fizer comigo mesma...

Mais consciente ficarei a cada momento...



A meditação é a conversa consigo mesmo...

Comprovações científicas afirmam...

Mais saúde mental...

Mais estabilidade emocional...



Aumento de concentração ...

Melhora a memória...



Meditação é a conversa consigo mesmo...

Comprovações científicas afirmam...

Mais saúde mental...

Mais estabilidade emocional...



Aumento de concentração...

Melhora a memória e a inteligência...



Vale a pena aprender a viver a vida...

Com amor, bondade e compaixão...

Esta é a chave...

Para o que há de melhor em todos nós...



Aprender mais sobre si mesmo...

Através do exercício da consciência calma...



O silêncio interior é decisivo...

Para a saúde do corpo e do espírito...

O desenvolvimento da consciência...

Usa a contemplação como ferramenta...



O cérebro e a consciência se purificam...

Somos o nosso presente...



O ideal é viver no presente...

Os valores da vida eterna...

Pensando com saúde espiritual...

Que repousam em nossa consciência...



O momento presente contém o passado e o futuro...

O segredo de transformação é contínuo...