quinta-feira, 28 de junho de 2012

A PLENITUDE DOS SENTIMENTOS


 REGINA DINIZ


Fascina-me a luz do sol que cura as emoções...

Quando penso em Deus sinto a plenitude dos sentimentos...
Afloram emoções suaves e profundas...
São ondas de vitalidade que fortalecem a mente positiva...
Quanto mais me acalmo, mais percebo a grandeza de Deus...

Alegro-me com o canto dos pássaros que festejam a vida...

Sei que me enriqueço pela doação...
Os pássaros comemoram os fluxos vitais invisíveis...
Aprendo a captar a abundância do universo...
Internalizo a motivação de superação permanente...

Encanto-me com a beleza das flores que suavizam a jornada...

Graças a Deus somos seres de idéias com vida pensante...
As forças vitais energéticas iluminam a alma...
As essências mais fortes de doação são imateriais...
As dádivas do reconhecimento e da atenção elevam o espírito...

Aqueço-me com a afetividade, que me enche de alegria...

Percebo as maravilhas da consideração e da retribuição...
São valiosas e não custam nada...
Sinto quando alguém me deseja uma bênção silenciosa...
Edificar a felicidade com os outros é purificar-se...

Ouço-me, através do sussurro do riacho, que me oferece a meditação...

Presto atenção nas águas, cantando as alegrias da existência...
Penso nos seres humanos e atiro-lhes pétalas de felicidade...
Estou maravilhada e desejo tranqüilidade a todos...
Estes presentes espirituais são poderosos...

Supero-me, admirando o marulhar das ondas em sua dança ritmada...

Converso com Deus através da minha admiração pela natureza...
Esforço-me para ajudar as pessoas que são fontes de coragem e afeto...
A maior felicidade é usufruir as impressões positivas...
Tornei-me calma para descobrir as vertentes espirituais... 

quinta-feira, 21 de junho de 2012

A ÉTICA DO DESENVOLVIMENTO QUALITATIVO

 REGINA DINIZ

 “Macpherson menciona, como exemplo de mau desenvolvimento, o fato de a democracia moderna exigir um desenvolvimento humano igual para todos, ou seja, a garantia dos direitos individuais na posse, uso e gozo das próprias capacidades. Todavia ele salienta que tal possibilidade é uma ilusão, porque essa promessa acelera as desigualdades entre as classes. Em outras palavras, para este autor, a primazia do mercado e o individualismo possessivo necessitam de uma sociedade desigual. Tal assimetria baseia-se no hiperdesenvolvimento de alguns setores ou grupos, desrespeitando outros âmbitos ou classes sociais”. (Macpherson, C.B. -  livro: La Democracia  Liberal e su época. – Madrid: Aliança Editorial, 1997).

Desde o período medieval o desenvolvimento econômico era pensado, mas sempre voltado a um futuro infinito, com propostas de superação do estágio inferior para o superior. Concomitantemente persistia o desejo em deixar para trás a herança cultural, os costumes, padrões e valores tradicionais, ou seja o legado de crenças, usos, hábitos resultantes das experiências de gerações passadas. As conquistas sociais e culturais foram totalmente substituídas por um desenvolvimento “de avanço e prosperidade” nunca aconteceu.

A primeira guerra já havia empobrecido o mundo. Após a Segunda Guerra, Truman cunhou a expressão subdesenvolvimento, significando atraso, estagnação e incapacidade de usufruir o ideal. Daí surgiu a concepção de desenvolvimento só como progresso material. Passado sessenta e cinco anos, só foram valorizados os aspectos puramente quantitativos: comércio, taxas de investimentos etc... A importância do ser humano foi totalmente banida. Ele é o grande ausente da contemporaneidade. Nota-se que o objetivo maior é insistir na expectativa de que “todo tempo futuro será melhor”, o tempo presente inexiste.

“O Desenvolvimento Sustentável (ou sustentado) é sem dúvida o conceito mais propalado hoje em dia. Em um primeiro momento, essa concepção se sustentava na idéia de atender a “eficácia econômica simultaneamente com os requisitos de ordem ecológica, social, cultural e espacial”. A novidade desse conceito se associava à proposta de criação de tecnologias não poluidoras e pouco exigentes de energia, sem, todavia, abandonar a proposta de aumento das riquezas. Embora muito admirado, inclusive devido à sua associação com o ecodesenvolvimento, essa tendência começou a perder importância, pois não renuncia ao produtivismo e ao consumismo, considerando-os como objetos mais importantes da vida humana”. ( Manuel Cabral de Castro – Desenvolvimento Sustentável: a genealogia de um novo paradigma. In:Revista
Economia e empresa. São Paulo v..3, n.3, julho de 1996.)

É gravíssima a posição do desenvolvimento sustentável por não renunciar ao produtivismo e ao consumismo, que dilapida violentamente o pouco patrimônio que ainda resta nas nações. O triunfalismo e a imensa superioridade narcísea da sociedade de consumo, bem como a resignação a escravização, escancaram o caos cultural e social, escondendo desesperadamente a penúria que se avoluma cada vez mais. O plano econômico é extremamente sádico em propor a tese do descartável, em tempos de pobreza extrema, e da multiplicação de favelas no mundo todo.

O Desenvolvimento Sustentável é o modismo dos nossos tempos. Afirmam que precisam ter crescimento para serem ricos, a fim  aliviar e terminar a pobreza no mundo. Já se foram cinco décadas de total fracasso deste modelo financeiro, e não se cansam de afirmar que não devemos crescer para sempre, devemos acelerar para sempre!... É uma política vazia, totalmente desvinculada da realidade. O que é possível e desejável é unicamente o  entrelaçamento do crescimento quantitativo com o crescimento qualitativo, que melhora a vida das pessoas através da aquisição cultural,  eliminando as confirmações no consumo de tarecos descartáveis, e dessa maneira sem aumentar o impacto sobre o ambiente natural.

Após a Segunda Guerra foram implementados quatro modelos de crescimento econômico: - 1960 – O Desenvolvimento Recuperacionista centrado na industrialização e modernização. 1970 – Surgiram objetivos novos: Atendimento das necessidades fundamentais, orientação profissional – autoconfiança e muitas esperanças em uma nova ordem mundial. 1980 – Crise no modelo desenvolvimentista, e o endividamento dos países pobres geraram um grande desequilíbrio mundial. 1990 - Implementaram nova mudança, cuja estratégia neoliberal apostava na economia de mercado e no livre comércio. Esta concepção de crescimento econômico cai por terra, tornando-se incapaz de solucionar problemas, salientando o fracasso das políticas de desenvolvimento. Novos movimentos sociais no Ocidente colocaram em ação uma espetacular narrativa da velha idéia de Desenvolvimento Econômico.

Surge uma outra mudança, que propõe avaliação de índices de desenvolvimento, renda per capita nacional etc..., que se tornaram altamente discutíveis. O documento não registra nada sobre a satisfação das necessidades básicas, não propõe nada sobre educação, não fala nada sobre o setor informal e subsistência humana, considerando estes termos como não econômicos.

Diante destas descabidas decisões surge o Índice de Desenvolvimento Humano, que considera o desenvolvimento como uma questão mais profunda, devendo considerar todas as opções do homem em todas as sociedades e em todas as etapas. “Segundo Johannes Müller – (Países em vias de desenvolvimento – política de desenvolvimento salienta três dimensões fundamentais:1 – O desenvolvimento dos homens - o qual exige investimentos na educação, saúde, alimentação e bem-estar social, para o que a expectativa de vida seja  tomada como indicador no nascimento. 2 – O Desenvolvimento pelos homens  - requer sua participação abrangente no processo de desenvolvimento, para o qual o nível cultural, medido pelo grau de alfabetização serve como indicador. 3 – O desenvolvimento para os homens –
Demanda possibilidades de renda e de trabalho para todos, a fim de poderem conseguir um modesto padrão de vida. Como indicador para tanto, recorre-se ao produto interno bruto (PIB) por cabeça, padronizando segundo o poder de compra”. O crescimento econômico se vincula a certas necessidade coletivas (bem-estar social), as quais não dependem apenas das utilidades de determinados grupos da sociedade”. (Norberto Bobbio – Dicionário de Política – Brasília – Editora Universidade de Brasília – São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002).

É preciso que a sociedade desperte para o valor da significação da liberdade humana de vivenciar a qualidade de vida digna. Dependemos de ordenamentos sociais atrelados a ordenamentos econômicos. Os serviços de educação, de saúde, de direitos políticos e civis, como os incentivos nas participações comunitárias devem surgir nos debates políticos e nas decisões públicas. O verdadeiro desenvolvimento e crescimento qualitativo aumentam as escolhas e as oportunidades das pessoas para exercerem a sua capacitação e sua condição de agentes participativos no rumo de seu país.

De nada adiantou até agora só estimular a crescimento quantitativo. O crescimento e desenvolvimento qualitativo resultarão em modificações radicais de comportamento pelos responsáveis coletivos, em suas decisões na inclusão social. Necessitamos da atividade econômica compartilhada com o  ambiental, com o educacional, com o crescimento qualitativo. A paz supõe uma dimensão ética, ou seja, a qualidade de vida digna. Em nosso país verificam-se profundas desigualdades no acesso à educação e à saúde, mostrando absoluta indiferença pela pobreza. É preciso considerar que o crescimento humano qualitativo é o verdadeiro fim e o crescimento econômico um meio para atingi-lo.

“Desde sua origem, as cidades foram lugares onde era possível conviver com o outro. Essa característica do espaço urbano é um de seus maiores atrativos, porque significa uma existência diversificada e favorece o compartilhamento de experiências díspares. A cidade do nosso tempo, contudo, tornou-se o espectro do medo e da insegurança. Nela, o “estrangeiro” passou a ser apartado por marcas urbanas da diferença: bairros próprios, grades, câmeras, guardas, muros e todos os mecanismos possíveis de segregação”.( Zygmunt Bauman – livro: Confiança e Medo na Cidade – Zahar – Rio de Janeiro – 2005.)      

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A ESCADA MÁGICA

REGINA DINIZ


Aprendo a experimentar o silêncio puro...

Acalmo os meus pensamentos...
Desejo aprofundar o meu despertar religioso...
Procuro mergulhar em essências puras e emergir purificada...
Pensando em Deus, curo a minha alma sedenta de descobertas infinitas...

Ofereço-me momentos de diálogo com Deus...

Confesso a Deus que desejo mudar o mundo...
Mas sei que devo começar, mudando a mim mesma...
Contemplo as estrelas brilhando no firmamento...
Compreendo que Deus é meu pai divino, e que devo imitá-lo...

Reservo alguns momentos para simplesmente ser...

Construo uma escada mágica e do último degrau,
Mergulho nas energias dadivosas do sagrado...
Abro o coração e a mente para o crescimento espiritual,
Almejo traçar um mapa construtivo do meu eu profundo...

Invisto na qualidade da minha natureza interior...

Penso em Deus, purificando as minhas emoções...
Coloco no centro das minhas idealizações energias positivas.
Procuro interpretar o verdadeiro crescimento espiritual...
Entendo a evolução do homem encontrando Deus...

Crio espaços vazios somente para avaliações que deram certo...

Tudo o que idealizamos com simplicidade...
Cura a nossa alma, fortalece a nossa fé...
Muda para melhor a compreensão da vida...
A saúde das emoções é a base de todo ser...

Sintonizo a quietude interior com as infinitas realizações...

Emociona-me lembrar da destinação eterna da minha alma...
Penso nos mistérios e alegrias infinitos...
Toda semente traz dentro de si a promessa de muitas florestas...
A evolução espiritual permite que encontremos Deus...

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A CONVIVÊNCIA EM VALORES DE CIVILIDADE

REGINA DINIZ


Emerson, escritor que não tem fama de admirador das cidades, certa vez referiu-se a Paris como “o centro social do mundo, acrescentando que este mérito supremo” residia em ser ela a “cidade das conversas e dos cafés”.Mais do que muita gente, Emerson valorizava a solidão, mas também reconhecia,  os “imensos benefícios” da sociabilidade, “e o único evento que nunca perde o seu fascínio”, ele citou em “Society and Solitude, era o “encontro com pessoas superiores em situações que permitam conversas muito agradáveis”. (Emerson, Ralph Waldo – Livro: Society and Solitude – l870 – Em Selected Writings of Emerson, org. Donald McQuade. – Nova York – 1981).

A sociabilidade, ou seja, o intercâmbio proveniente da relação civilizatória é riquíssimo, pois dele brotam percepções, que favorecem a compreensão da complexidade da interpretação da vida. Quando nos encontramos com os mestres da vida sábia, que nos oferecem as possibilidades de captar a essência da vida, nós nos encantamos. Percebemos que o nosso objetivo existencial é ver em movimento as virtudes essenciais da união entre as pessoas.

Somos cosmopolitas por natureza, somos naturalmente cidadãos do mundo. Atualmente podemos nos distribuir pelo mundo, pois somos de todas as nações e convivemos com valores de civilidade como a lealdade, confiança e responsabilidade. Somos exigentes, desejamos uma cultura de elevadas experiências em convívio pessoal. Hoje convivemos em bairros com centros comunitários, e nos encorajamos a propor exigências de qualidades urbanas difíceis de alcançarmos.

“Podemos preferir um grupo selecionado, Mary Parker Follet escreveu certa vez, mas “a satisfação e contentamento que acompanham as coisas sempre iguais indicam pobreza de personalidade”. “O bairro, por outro lado, oferece o efeito revigorante das múltiplas experiências e ideais diferentes”. Estas diferenças, pode-se argumentar, dão assunto para conversas animadas, em contraposição à admiração mútua e à unanimidade incontestada”. (Mary Parker Follet – The New Follet – The New State, Nova York – 1918).

A arte do diálogo, a troca de idéias, e de experiências incentivam conversas amigas em praças, em academias, sendo o objetivo maior a renovação da essência da vida. A arte da conversação tende a crescer nestes locais de reuniões informais, onde as pessoas conseguem conviver com a liberdade de expressão. Hoje a troca de idéias é a razão de ser, porque motivam o imaginário urbano.

Embora já tenha sido valorizada a busca de como ser integrado no debate do crescimento da personalidade, ainda estão faltando em nossa cultura as comodidades urbanas: - bibliotecas, - convívio, - conversas – políticas - em resumo o que faz com que a vida valha a pena ser vivida. De repente o mercado se apropriou de quase todos os espaços públicos e a sociabilidade se retirou para clubes privados, ficando ameaçados de perder a capacidade de se entreterem e até de se governarem. A tendência suburbana em nossos tempos, é recolocar o cidadão no seu lugar de direito, ou seja, no centro dos acontecimentos.

“A impotência e insegurança do indivíduo isolado, na sociedade moderna, que se libertou de todos os liames, que outrora davam sentido e segurança à vida. Vimos que o indivíduo não pode suportar este isolamento: como um ser isolado ele é absolutamente inerme em comparação com o mundo exterior e, por isso, profundamente temeroso dele; e, por causa deste isolamento, a unidade do mundo rompeu-se para si e ele perdeu qualquer ponto de referência. Por conseguinte, é tomado de dúvidas, ao seu próprio respeito, do significado da vida e, afinal de contas, de qualquer princípio segundo o qual possa nortear suas ações”.(Erich Fromm – O Medo À liberdade – 14 ed. – 1983 – Zahar Editores – Rio de Janeiro).

Todos os seres humanos querem ser felizes, mas para descobrir o que torna a vida feliz não é muito fácil. Ao longo da caminhada, é importante que encontremos amigos com os mesmos objetivos de crescimento pessoal, então nos completaremos, confirmando valores éticos de crescimento, então a nossa vida ficará mais rica em humanismo. É fácil ficar a vida inteira à deriva, porque as manipulações padronizadas com o objetivo de aniquilar a nossa individualidade e nos reduzir a seres irracionais, nos separando um dos outros,
são verídicas em nossos tempos. A nossa salvação depende do esforço de cada ser humano valorizar a sua contribuição com idéias de aproximações construtivas.

A realização do eu é alcançada por decisão do pensamento de nossa personalidade total, pela fluidez permanente das potencialidades emocionais e intelectuais. É importante prestarmos atenção na qualidade da própria vontade. Quando aceitamos investir na saúde das emoções com certeza deslanchamos. Ficamos em paz quando só nos desejamos o bem, e o desejamos para todas as outras pessoas.

“Com meu irmão Severo aprendi a amizade pelo próximo. O amor da verdade e da justiça. Conheci, por seu intermédio, Tráseas, Helvídio, Catão, Dião. De  ter concebido a idéia de um Estado com leis iguais para todos, assegurando igualdade aos cidadãos e seus direitos. Estima sincera e constante pela filosofia. Generosidade, liberalidade bem equilibrada, esperança sem desfalecimento, confiança na afeição dos amigos”. (26/04/121 – 17/03/180 – Autor: Marco Aurélio – Meditações – Editora Martin Claret – 2002 ).

Há 18 séculos, Marco Aurélio mostrava o desejo de revolucionar-se e revolucionar culturalmente o mundo em nível ético avançadíssimo. A história da Humanidade se valoriza, ao longo de séculos e milênios, por discutir e transmitir idéias e conceitos renovados, que consideraram significativos, no momento histórico cultural em que viveram. Deixaram um precioso legado social fornecendo dados para a análise de sua sociedade.

A nossa democracia requer uma vigorosa troca de idéias e opiniões, sobre a problemática da ausência da educação, que deveria ser colocada em primeiro lugar em nosso país e no mundo. Saem governantes e entram governantes sem jamais compreenderem que o mais importante é o capital social, que sustenta uma sociedade, mensurada por indicadores qualitativos e não apenas quantitativos. A mais humana decisão é aceitar ajudar pela educação a pobreza, promovendo a justiça e a solidariedade, levando às mais nobres conseqüências. Queremos atitudes qualitativas hoje.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A SEMEADURA POSITIVA DA VIDA

 REGINA DINIZ

No silêncio enigmático da madrugada,
Pássaros cantam e eu extasiada me purifico...
A compreensão das necessidades da minha alma
Suplicam um nível mais pleno de emoções positivas.

O mundo precisa de simplicidade para se realizar...

Descobri que a decisão mais inteligente,
É submeter a minha felicidade às conquistas espirituais.
Aprendo a fluir, com leveza a serenidade e o bem-estar...
Profundos sentimentos de energia nascem da alma.

O mundo precisa se conectar as forças da vida...

A natureza não fala, mas se mostra bela e exuberante...
Os pássaros comemoram rejubilados os êxtases da vida...
Percebem a suavidade da abundância espiritual...
Integro-me nesta rede de paz, força, inspiração e alegria...

O mundo precisa valorizar o entusiasmo e a fé interior...

Fico atenta aos pensamentos de energias compensadoras...
Jogo-me nas redes da liberdade criativa e fico feliz...
Dedico-me ao investimento da estabilidade emocional...
Planto sementes de bondade em meu coração...

O mundo precisa da expressão milagrosa de Deus...

O verdadeiro sucesso é descobrir as rotas da evolução...
Somos pessoas destinadas à perfeição...
Reconhecemos a divindade em todas as expressões...
No sorriso de uma criança, na beleza de uma flor.

O mundo precisa do investimento na alma... 

Tudo o que contemplamos vem de Deus...
A natureza mostra pela beleza o caminho a seguir...
Admiro o universo na eterna dança da vida...
Acreditar-se alma infinita é pura felicidade.