sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O CARÁTER E A SOLIDEZ INTERNA

Regina Diniz

Os processos de modernização e urbanização dos Estados Unidos, no final do século XIX e na primeira metade do séc. XX, assinalaram a crescente relevância do consumo e dos meios de comunicação de massa como principais condutores na articulação desse movimento. Houve uma mutação nas subjetividades. Deslocou o eixo em torno do qual se edifica o que se é: - de dentro “intro-dirigidas” o tipo de constituição subjetiva é o caráter, denotando uma solidez interna na qual se hospedam valores ligados à estabilidade, à palavra e à confiança para além do que se vê. A segunda modalidade “alter-dirigidas” para fora, em vez de se assentar sobre a densa base da própria interioridade, aposta nos efeitos que é capaz de provocar nos outros e recebem o expressivo título de personalidade. (David Riesman – A Multidão Solitária – São Paulo – Editora Perspectiva – l995).

Analisando as subjetividades humanas ao longo do tempo, nota-se que sempre foram valorizadas as “intro-dirigidas”, que impulsionam o real crescimento humano. A exploração da interioridade, enfatizando mudanças construtivas é fundamental, pois estaremos viabilizando novas possibilidades de ser. Sinto que quando penso aparecem possíveis experiências vindas de fontes desconhecidas da minha criatividade.

Observando-me, percebo que em meu mundo interior sempre está borbulhando algo que não conheço e que só eu posso descobri-lo. Certamente vivo num mundo marcado pela padronização dos comportamentos e não posso deixar de ler, pensar e meditar. Sou atraída pelas fascinantes questões colocadas pelas abstrações saudáveis.

Pensar torna-se cada vez mais premente nos dias de hoje. Avalio a confiança e a coragem como condições essenciais para compreender-me. Acho salutar descobrir novas visões de mundo, que querem emergir do fundo de minha consciência, e que me mostram a robusta liberdade de ser. É válida qualquer tentativa de renovar a interpretação da vida.

As subjetividades intro-dirigidas têm consciência de que as suas vias de crescimento são ilimitadas. Sua marca registrada é a solidez interior plasmada no seu caráter. A imaginação é a extrapolação da mente. É a capacidade que temos de avaliar as idéias, os impulsos e nos posicionarmos frente ao mundo.

A imaginação é a máquina de nossos sonhos existenciais. A imaginação é a esperança de encontrar idéias geniais na vastidão do nosso mar pessoal. Todos nós temos o nosso jeito de ver como as coisas devem ser. A imaginação não é “o enfeite do bolo”, ela é o alimento essencial à vida. Considero-a como a explosão nascente de toda a experiência humana.

Para seguir o caminho certo devemos amar as formas benéficas de ser desde a infância. Este amor nos leva a pensamentos sensatos. A aspiração para concretizarmos alguma idéia, para atingir uma meta ou realizar um projeto vem de dentro, vem do centro de todo o nosso conhecimento. Todos nós possuímos dotes naturais de pleno conhecimento. Basta acreditar-se.

As bases do comportamento evolutivo encontram-se muito mais dentro das pessoas do que fora. Podemos citar: - a robustez da vida interior, - a existência de um nível de consciência mais elevado, - a existência de enormes recursos para a criação da vida plena. Outra chave para a sobrevivência é a afirmação do impulso participatório nas decisões que afetam nossas vidas.

Se o meu diálogo interior tomar direção negativa, dou rapidamente uma travada, porque sei que Deus me deu o poder de mudar de idéias, e que só a conversa benéfica comigo mesma é que me gratificará, sinalizando linhas fortes de auto-entendimento. Investir com dedicação em bons pensamentos exige fé em desígnios maiores. Acreditar em Deus. A capacidade para enfrentar um novo desafio, que surge em nosso caminho, é uma oportunidade única de renovação pessoal e espiritual.

Costumo fazer uma sincera avaliação nas conversas comigo mesma. Contabilizo com rigor se o meu diálogo interior contêm apoio e intenções salutares. A determinação de modificar meus pensamentos, de curá-los é fundamental para alcançar a paz e a felicidade na vida. O tempo já me mostrou as recompensas advindas dos pensamentos positivos.

Acho complexa cada etapa da evolução espiritual. O processo de mudança exige atenção no resultado do que estou me tornando. Aprendi que o crescimento maior vem acompanhado de dor, o que nos prepara para virar outra página da vida.

Após uma profunda reflexão sobre o enorme potencial de nossa inteligência, temos certeza de que ela é a nossa maior riqueza.Os investimentos em educação tornam as pessoas mais sábias e não presas tão fáceis da degradação social. Superando as dificuldades do passado aumentamos nossa simpatia pelo presente. Ficamos mais fortes na trajetória da vida.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A TRILHA MISTERIOSA

Regina Diniz

Reafirmo a fé na vida...
Auto-realização de grandes sonhos...
Mantenho a fé...
A jornada é uma trilha misteriosa...


A minha rotina está muito monótona.
Desejo viver a vida num outro circuito...
Tenho o direito de me reinventar...
Frustro-me... Sinto que arranho a minha consciência...
Ninguém pode obrigar-me a usar máscaras...
São propostas impiedosas...
São comportamentos massificados,
Que impedem questionamentos autênticos e honestos...
Quero mostrar para mim mesma...
Quero trocar experiências de conhecimento
Mais profundas... A vida não é só isso...
Não sou atriz de um falso teatro.
Aprendo mais sobre auto-percepção
Descubro algo além das palavras...
Vou além da sobrevivência material...
Existe um plano maior na qual estou inserida.


Bebo a água sagrada...
Aquieto-me, purifico a mente.
Cultivo o bom pensamento...
Confio na linguagem do coração...


Sei que necessito muito de bênçãos espirituais,
Procuro lugares sagrados...
Tenho preferência por grutas seculares...
Pratico a caminhada contemplativa,
Para sentir o sagrado e receber graças consoladoras...
Alcanço a paz quando esta ajuda acontece,
Torno-me mais humana.
Grandes mestres sacros
Afirmam que estes lugares santos,
Tem o poder de transformar vidas...
Esforço-me para que a minha existência seja mais real...
Não aceito a incoerência de ser.
Decifro o meu papel na cultura de hoje,
Às vezes me confundo, é muito vazio.
O meu inconsciente quer felicidade autêntica,
Almejo libertar-me de antigas concepções,
Principalmente de mentiras capciosas.
Pregando um mundo sem Deus...
Sem valores humanos espirituais...
È só coisas e coisas, objetos e objetos...
E nada mais, absolutamente nada...
A proposta maior é de escravização total a materialização.


Rituais e tradições seculares...
Símbolos de todas as fés...
A espiritualidade é cósmica...
Paro o coração na verdade de ser...


Justiça, verdade e paz...
Abro a alma para a justiça...
Abro a alma para a verdade...
Abro caminhos para a paz interior...
Procuro reflexões para fluir uma sinceridade humilde...
Farei tudo o que for possível,
Para arrepender-me dos erros cometidos,
Principalmente da arrogância, e da prepotência estéril...
Não tenho que exigir nada de ninguém.
A responsabilidade afetiva pelo meu aperfeiçoamento
É só minha... absolutamente só minha...
Eu é que tenho que superar a falsidade de ser...
Devo ser autêntica e não teatralizada...
Senão colocarei tudo no fundo do inconsciente,
Que se vinga elaborando idéias que só me detonam...
Que nem um vulcão,
Que explode sem avisar,
Causando destruição total...
Então tenho de começar tudo do zero...
Fico bastante tempo perdida na encruzilhada da vida...
Sem saber que rumo tomar.
Tenho clara consciência do desafio dramático dos meus tempos.
Atendo ao meu chamamento interior.
Corro atrás de atributos capazes de renovar-me...
Quero ser uma pessoa nobre de alma...


Surge o ato de purificação
Para a intuição fluir...
É ato da própria vontade...
A inteligência espiritual liberta-se...


Chego à gruta que é um símbolo de pureza...
Silenciosa, mas extremamente profunda...
Nossa Senhora Aparecida encoraja
A descoberta do lado espiritual...
Nossa Senhora Aparecida olha-me
E com as mãos envolvidas em rosário luminoso,
Percebo que ela reza por mim...
Sinto o palpitar de uma bússola que me diz:
“Os valores imortais renovam a alma”.
Deus nos fez a sua imagem...
Se eu seguir o caminho ético milenar...
Será possível renovar a minha mente...
Um jovem peregrino chora de tanta emoção...
Tomara que ele tenha forças,
De rejeitar tudo o que é mal...
Que ele lute para ser construtivo...
Vibro para que ele alcance a luz...
A única maneira de manter a perseverança
É saldar as dívidas...
Pagar todos os erros...
Sou obstinada pelo resgate da honradez...
Aceito com resignação o sofrimento inevitável...


A gruta e a santa...
Santuário de valores benevolentes...
Consulto os planos divinos...
A gruta e a santa mostram o caminho...


As pessoas mudam buscando o seu destino...
Consultam o santuário...
Sinto suas almas pulsantes...
Desejam respostas para o seu reencontro,
Para aproximarem-se de si mesmo...
Querem ser aliados de si próprio...
Visitarei mais santuários...
Sinto-me gratificada.
Exulto por ter escolhido este caminho...
Olho para a gruta,
Olho para a Santa,
Percebo claramente a vertente da imortalidade...
Escapo do mal...
Luto para equilibrar-me no bem.
Este combate vale a pena e é eterno...
Aspiro o perfume da mata...
Preces fervorosas são recitadas.
Passarinhos cantam...
É o magnetismo puro que revigora tudo...
Exemplo de identificação...
Só desejando, incondicionalmente o bem, eu me curo...


Mistérios da fé...
Os Deuses descem a terra...
A vida não existe sem o espiritual...
Todas as religiões são verdadeiras...

Aqui neste clima de fé, elimino velhos preconceitos.
Desperto para bons valores emocionais.
Olho atentamente para os romeiros,
E recebo seus bons eflúvios...
E recebo o magnetismo da natureza...
E mais o desejo de Deus por nós todos,
Desperta uma realidade profunda,
Que abre no meu coração,
Uma sofisticada dimensão do sagrado.
É um sentimento que eleva a harmonia interior.
É preciso que eu me permita mais vezes,
Praticar esta peregrinação...
É lindo passar a vida inteira na busca universal
Do meu eu espiritual...
Batalharei sempre na procura de valores da alma.

Ao longo dos séculos,
Um elemento permanece o mesmo...
Renovar e renovar...
O coração espiritual...

Todas as pessoas já se foram do santuário.
Um dos guias recostou-se numa árvore afastada,
Parece que diz:- “Abaixo as preocupações mundanas”.
Estou só diante da Santa, absorvendo,
As energias de cura deste lugar.
A religiosidade tem seus próprios mistérios.
Acredito que esta busca de sabedoria divina,
Cura o meu coração afetivo que está doente.
Estou na rota certa.
A busca dos significados da vida
Está enlaçado na busca do sagrado,
Que está dentro do meu coração...
Aquieto-me respeitosamente...
Purifico a mente...
Reinvento um novo conceito político de amor...
Sou uma nômade do divino.


Cadeados e correntes...
Ninguém abre o coração de ninguém,
Abro o meu coração...
Pratico um ato milagroso...


Retorno no entardecer...
Ao longe admiro o desfiladeiro...
Com suas montanhas cobertas de mata verde...
Avalio a qualidade da peregrinação.
Reconheço que são viagens sagradas.
Gratificam-me em alto grau.
A minha realização significa palmilhar lugares santos,
Para encontrar as emoções saudáveis,
Que estão presentes em lugares simples e belos...
Onde a natureza purifica tudo,
Então me dou conta da beleza do meu destino
De alma eterna...
A felicidade está conectada a valores internos.
É um teste difícil que tenho que interagir,
Num caos de dificuldades.
O único jeito é serenar e acalmar as emoções...
Para não cair nas armadilhas...


É o bastão iluminado por brilhantes
Das boas ações...
É o bastão iluminado por brilhantes
Dos bons pensamentos...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A BUSCA DO SENTIDO DA VIDA

Regina Diniz

Nos anos l960 – 1970 e 1980 as biografias e autobiografias atingiram o seu auge. Trata-se da literatura testemunho, cujos frutos ostentavam tom confessional, realista e documentário, porém esses relatos se apoiavam em um eu quase anônimo, que narrava, protagonizava e assinava uma história real, que se erguia mais como representante de um tipo social, que como uma individualidade fulgurantemente singular. No Brasil, tivemos “Quarto de Despejo”: diário de uma favelada, da empregada doméstica Carolina Maria de Jesus. Este livro foi traduzido para dezenas de línguas. O livro era explicitamente politizado e não intimista. (Paula Sibilia – O Show do Eu – Editora Nova Fronteira S.A. – 2008)

Há milênios, a humanidade se preocupa em enriquecer a sua apreciação sobre o sentido da vida. Nos tempos modernos a voracidade da sociedade industrial estressou os indivíduos com a sua proposta desesperante por lucros exorbitantes. Pela sedução através da miragem de ficar rico miraculosamente, determinou jornadas de trabalho pesadas, para legitimar o consumo patogênico como modo de vida. Nunca houve tempos tão escravizantes e tão pobres. Vemos indivíduos cansados, estressados, doentes, manipulados abertamente para não pensar, tornando-se presas fáceis das lavagens cerebrais globalizadas.

Toda esta confusão orquestrada pelo capitalismo selvagem, que sempre aparece de roupa nova, encantando facilmente as culturas pobres, investindo com rigorismo na desestruturação cognitiva. Ele faz tudo para ninguém ver nada, cega os povos. E toda esta remexida violenta e prolongada anulou uma perda significativa no investimento dos indivíduos em si, no refletir o mundo, no dedicar-se a interações de qualidade, na lembrança de si mesmo como pessoa em contínuo crescimento pessoal.

Os homens ficaram mais pobres em experiências comunicáveis, que deixaram de ser relatadas. Culturas muito simples (países emergentes) sem investimento algum em educação, intimidadas, silenciam em nome do nada ser e do nada ter. A bandeira de sempre é usada com êxito. A vanguarda do capitalismo selvagem é começar tudo do zero. O velho esquema da aniquilação da memória social torna possível o aprisionamento dos indivíduos.

Poderiam desenvolver um sentido de sociedade, no qual o respeito pelos demais e a cooperação mais do que a competição fossem a tônica. Poderiam desenvolver uma nova confiança em si mesmos, descobrindo a fonte de valores dentro de si mesmos, atingindo a consciência de que a vida plena é interior e independe de fontes externas. Aprendemos que estas mudanças, tão adequadas à vida numa cultura desintegradora, poderiam ter início num curto espaço de tempo se nós mesmos aprendêssemos um modo de ser apropriado a esse mundo mutante. (Carl R. Rogers – Um Jeito de Ser –E.P.U. – Editora Pedagógica e Universitária Ltda – São Paulo – l980).

Agora com a chegada da Internet, descobriu-se uma gigantesca inclinação, melhor dizendo, vocação inata em direção ao construir-se interiormente. Após milênios de um silêncio psicótico imposto, a cultura de massa encontra-se faminta por se descobrir como pessoa, interagindo com o melhor que podem fazer, mas com um fantástico e inesperado imperativo, “A realidade de ser dos pensamentos, das emoções e dos sentimentos”. Desejamos conhecer os meandros que ampliam a compreensão de nossas potencialidades.

Há séculos e séculos, a educação sempre foi privilégio de poucos. Ainda perdura esta idéia de segregação. Mas todos somos um. Todos merecem a luz do conhecimento.
Triunfou neste início de século o saber empírico, numa demonstração construtiva de ser. Queremos debater possíveis caminhos sobre o sentido da vida.

Instalou-se, um respeito crescente pelo uso da intuição, como um poderoso instrumento. Nossa capacidade, neste sentido abre amplos horizontes. Há provas científicas de que a maioria das pessoas é capaz de descobrir ou se desenvolverem por si próprios.

Aumentam as críticas impiedosas sobre a falta de competência literária nos confessionários da Internet. “Durante séculos foi organizado um severo divisor de águas entre escritores e leitores”. (Walter Benjamim em l935). Inacreditavelmente, ao longo do século XX as massas ficaram esclarecidas, e resgataram a importância da troca de idéias, a importância do debate construtivo. Inesperadamente, a Internet retratou a interação tão almejada pelas massas, e que o mundo sempre lhes negou.

Nossas vidas estão cheias de pequenas oportunidades, que muito nos alegram. Oferecendo um buquê de flores silvestres para alguém que gostamos. Fazendo uma visita de meia hora a um lar de idosos. Lendo um poema para eles. Tocando uma canção no violão. Mandando um e-mail, desejando “paz e luz”. Qualquer gesto de aproximação humana enriquece as pessoas envolvidas. Aprenderemos através da interação de qualidade afetiva a nos gratificar, gratificando os outros.

Num dia primaveril lindíssimo, caminhando com um grupo de amigos, fiquei muito feliz, e me dei conta de que fazia muito tempo, que eu não sentia o perfume das flores. Percebi-me invadida por emoção tão profunda, que só a união com outras pessoas oferece. Aprendi, então, a trocar energias de aproximação amigável. Quando somos bons para os outros, dobramos a nossa felicidade.

O que a maioria de nós deseja é ser ouvida, é conversar contando nossos planos, porque a solidão do grande centro urbano nos deixou tristes. A necessidade de sentirmos, que temos importância para outras pessoas é universal. O amor incondicional é uma exigência, que explode em nossos corações.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A COLHEITA DA VIDA

Regina Diniz

A evolução do homem consiste nos mais espiritualizados pensamentos.
A vontade de purificação interior nos aproxima de Deus.
A bondade satisfaz o nosso ego eterno.
Só a benevolência eleva a nossa alma...

E a colheita da vida aqui na terra?
O homem espiritual presta atenção na sua voz interior...

A explicação está na memória das mais nobres ações.
Pelos gestos construtivos encontramo-nos como seres humanos.
Olhamo-nos gratificados quando apresentamos o melhor de nós mesmos.
O homem é o seu próprio salvador ou seu próprio destruidor...

E o júbilo das auto-realizações?
O homem espiritual reconhece o sagrado dentro de si...

O caminho está em tudo que amamos com devoção.
Nenhum homem virtuoso ou de conduta reta decairá.
É indescritível a esperança de redenção.
Um firme propósito de ética nos salva da degradação...

E a esperança de salvação?
O homem espiritual capta seus anseios mais profundos...

A motivação criativa está só nos pensamentos puros.
É mister que escutemos a voz de Deus dentro de nós.
Só assim evitaremos a desesperadora morte da alma.
E deixaremos de ser cadáveres vivos.

E os pensamentos divinos ?
O homem espiritual encontra seus grandes tesouros na consciência...

A felicidade real está nas aspirações elevadas,
A intenção de nos construir é o objetivo da viagem na terra.
Pela serenidade notamos a vida espiritual.
Ela está dentro de nós...

E a sabedoria evolutiva?
O homem espiritual sabe que a sua missão é ajudar os outros...

A luz está nas idealizações espirituais.
Aprender a pensar com qualidade é divino.
A automotivação acontece com paciência, confiança e segurança.
Vale a pena investir, pois somos destinados a perfeição...

E a grande meta da libertação ?
O homem espiritual está no coração...