Regina Diniz
A valorização das emoções, percepções e atitudes construtivas estão sendo exigidas com rigor na contemporaneidade, como sempre foram até aqui por milênios... É destacada a tranqüilidade interior que dá segurança e crença em si mesmo. Graças a Deus o ser humano é destinado à transformações pessoais e reinventa-se ao longo da vida. Lateja dentro dele a inconformidade para acessar o autoconhecimento.A capacidade de autorealização busca conhecer com profundidade os próprios sentimentos e pressupõe autonomia de escolha. Arrisca-se, almejando palmilhar caminhos novos, exigindo-se qualidade individual, e rejeitando veementemente a padronização cultural.
A valorização das emoções, percepções e atitudes construtivas estão sendo exigidas com rigor na contemporaneidade, como sempre foram até aqui por milênios... É destacada a tranqüilidade interior que dá segurança e crença em si mesmo. Graças a Deus o ser humano é destinado à transformações pessoais e reinventa-se ao longo da vida. Lateja dentro dele a inconformidade para acessar o autoconhecimento.A capacidade de autorealização busca conhecer com profundidade os próprios sentimentos e pressupõe autonomia de escolha. Arrisca-se, almejando palmilhar caminhos novos, exigindo-se qualidade individual, e rejeitando veementemente a padronização cultural.
A integridade protege emocionalmente e dá a possibilidade do repensar contínuo e maciço no fortalecimento de suas autodecisões. E ao longo de todas as gerações sempre se soube que o maior sonho existencial era ser uma pessoa confiável.O objetivo de interagir com grupos de alto nível é muito desejado. A qualidade da jornada interior (retidão – honestidade – incorruptibilidade) facilita a descoberta de dons e talentos. A transgressão construtiva, ou seja, alterar “o status quo” para melhor é praticada desde que o homem se deu conta que existia. A competência, no enfrentamento realístico dos desafios da vida, proporciona esperança firme em si mesmo.
Sócrates afirmou:”- A ética é ensinável”. Mas os investimentos culturais são raros nas sociedades de consumo. A regra geral é sobreviver em perpétuo endividamento. A obsessão com a posse de objetos (quinquilharias) é psicótica. E o acesso ao refinamento ético é caríssimo. Por que? Será que a nossa época não gosta de investir no crescimento da alma?
O ser humano de hoje é desestimulado à tomar decisões inteligentes.Submete-se ao julgamento de outras pessoas menos de si próprio. Constrangido está a deriva. Até quando?
A sociedade tornou-se ingênua e infantilizada. Enquanto isso o mercado de trabalho dispõe de especialistas em educação, garimpando os melhores em competência ética.
A disciplina pura e simplesmente sem a escala de valores éticos é nula.
Acreditar em si mesmo. Adquirir livros de ética e com empenho e energia estudá-los. Construir-se. Somos responsáveis pelas nossas alavancagens de ser.

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