Regina Diniz
Não será a consciência o único agente eficaz do homem, que o leva a agir vigorosamente, e não ela ter perdido o seu lugar na ética humanista? Parece não haver lugar tampouco para a fé. Sem embargo, não será a fé um sustentáculo necessário ao comportamento ético? ( Erich Fromm – livro “A Análise do Homem”).
É direito do ser humano procurar caminhos de vida, reconhecendo-se como pessoa
valiosa para si mesmo e para os outros. Evoluímos a passos lentos, e é uma grande conquista interior nos darmos conta da complexidade da qualidade da jornada. Todos nós somos dotados de imaginação e julgamento.
É saudável confiarmos em nosso desenvolvimento emocional, acreditando em nossas idéias e identificando-nos como merecedores pelo próprio esforço, arrancando a fertilidade de abordagens renovadoras de nós para nós mesmos. É gratificante encontrar-se a si mesmo. E é profundamente humano o desejo de algo novo.
Uma das chaves do enigma do crescimento pessoal é praticar o diálogo construtivo consigo mesmo, que fortalece a autoconfiança e tornam as pessoas mais seguras. Desempenham também um importante papel as escolhas responsáveis.
A avaliação mais significativa é a que temos de nós: - intuição – criatividade – realismo – flexibilidade – admitir e corrigir os próprios erros – benevolência - cooperação. Crescer não só financeiramente e profissionalmente, mas emocional, intelectual, criativa e espiritualmente. Cultivar a abertura de ser e a coerência, atraindo pessoas boas para interagirem conosco.
Os indivíduos que demonstram auto-respeito são valorizados, porque ele serve de base na consideração pelos outros. Pessoas benevolentes tendem à aproximar pessoas benevolentes. Qualidades como bondade, generosidade, cooperação social e espírito de auxílio mútuo são valorizados devido à ausência destes valores humanos na atualidade.
Exercer perspicácia sobre seus próprios motivos e comportamentos, é uma conduta que leva a auto-realização. A independência e autonomia são importantes na elaboração da própria personalidade. A direção da motivação se baseia na autodeterminação, na atualização do eu, no compromisso e na direção interior positiva.
Tomar consciência dos próprios sentimentos é fundamental para a percepção dos sentimentos das outras pessoas. Sensibilidade – abertura – autenticidade – e espontaneidade são importantes pilares. O destino do ser humano é realizar-se, desenvolver-se e expandir-se.
Os direitos inalienáveis do homem à liberdade e à felicidade fundam-se em qualidades humanas intrínsecas: ânsia de viver, de expandir-se e expressar potencialidades. Equivoca-se a Cultura de Massa ao tentar convencer, que auto-imagem projetada conta mais que a experiência, que o conhecimento e habilidades humanísticas.
A abordagem fundamental da personalidade humana consiste em compreender a relação do homem com o mundo, com os outros, com a natureza e consigo mesmo.(Erich Fromm – livro: “A Psicanálise da Sociedade Contemporânea”). Só os países humildes culturalmente curvaram-se para a Sociedade de Consumo. É preciso muito investimento cultural para descobrir os segredos de sua manipulação e assim conseguir livrar-se dela.
A força dinâmica da natureza interna do homem exerce constantemente, pressão, expressão aberta sem inibições. Aspectos principais: vontade de saúde, impulso para crescer, pressão para a individuação, busca de identidade própria, busca de educação e aperfeiçoamento pessoal. (Abraham H. Maslow – livro – La Tercera fuerza).
A filosofia educacional, através de excelentes pensadores, conseguiu manter-se, proporcionando pilares culturais, e sustentando aproximação do homem consigo mesmo e com os outros. Só obtém êxito os indivíduos que confiam em suas próprias observações, tornando-se mais humanos. A Cultura de Massa estimula um tipo de autoconsciência que liquida totalmente a introspecção, subjugando o ser humano à identificação com objetos, vestuário, carros e nada mais.
O maior problema do mundo moderno é a indiferença do homem consigo mesmo. A Cultura de Massa envolve o ser humano para que veja a si próprio, através dos olhos alheios, tornando-os presas fáceis de uma proposta anti-humana. A Cultura de Consumo explode em violência, porque o ser humano não agüenta a frustração de não ser ninguém para si mesmo e não ser ninguém para os outros.
A nossa mente precisa desabrochar. É a urgência do eu espiritual, despertando seu potencial infinito. Como indivíduos precisamos aprender a ler o contexto social e detectarmos as suas manipulações, por que se não o fizermos cometeremos um crime dos mais hediondos contra as futuras gerações.
Como sujeitos somos todos responsáveis e poderemos ajudar muito.
Deus existe.
Não será a consciência o único agente eficaz do homem, que o leva a agir vigorosamente, e não ela ter perdido o seu lugar na ética humanista? Parece não haver lugar tampouco para a fé. Sem embargo, não será a fé um sustentáculo necessário ao comportamento ético? ( Erich Fromm – livro “A Análise do Homem”).
É direito do ser humano procurar caminhos de vida, reconhecendo-se como pessoa
valiosa para si mesmo e para os outros. Evoluímos a passos lentos, e é uma grande conquista interior nos darmos conta da complexidade da qualidade da jornada. Todos nós somos dotados de imaginação e julgamento.
É saudável confiarmos em nosso desenvolvimento emocional, acreditando em nossas idéias e identificando-nos como merecedores pelo próprio esforço, arrancando a fertilidade de abordagens renovadoras de nós para nós mesmos. É gratificante encontrar-se a si mesmo. E é profundamente humano o desejo de algo novo.
Uma das chaves do enigma do crescimento pessoal é praticar o diálogo construtivo consigo mesmo, que fortalece a autoconfiança e tornam as pessoas mais seguras. Desempenham também um importante papel as escolhas responsáveis.
A avaliação mais significativa é a que temos de nós: - intuição – criatividade – realismo – flexibilidade – admitir e corrigir os próprios erros – benevolência - cooperação. Crescer não só financeiramente e profissionalmente, mas emocional, intelectual, criativa e espiritualmente. Cultivar a abertura de ser e a coerência, atraindo pessoas boas para interagirem conosco.
Os indivíduos que demonstram auto-respeito são valorizados, porque ele serve de base na consideração pelos outros. Pessoas benevolentes tendem à aproximar pessoas benevolentes. Qualidades como bondade, generosidade, cooperação social e espírito de auxílio mútuo são valorizados devido à ausência destes valores humanos na atualidade.
Exercer perspicácia sobre seus próprios motivos e comportamentos, é uma conduta que leva a auto-realização. A independência e autonomia são importantes na elaboração da própria personalidade. A direção da motivação se baseia na autodeterminação, na atualização do eu, no compromisso e na direção interior positiva.
Tomar consciência dos próprios sentimentos é fundamental para a percepção dos sentimentos das outras pessoas. Sensibilidade – abertura – autenticidade – e espontaneidade são importantes pilares. O destino do ser humano é realizar-se, desenvolver-se e expandir-se.
Os direitos inalienáveis do homem à liberdade e à felicidade fundam-se em qualidades humanas intrínsecas: ânsia de viver, de expandir-se e expressar potencialidades. Equivoca-se a Cultura de Massa ao tentar convencer, que auto-imagem projetada conta mais que a experiência, que o conhecimento e habilidades humanísticas.
A abordagem fundamental da personalidade humana consiste em compreender a relação do homem com o mundo, com os outros, com a natureza e consigo mesmo.(Erich Fromm – livro: “A Psicanálise da Sociedade Contemporânea”). Só os países humildes culturalmente curvaram-se para a Sociedade de Consumo. É preciso muito investimento cultural para descobrir os segredos de sua manipulação e assim conseguir livrar-se dela.
A força dinâmica da natureza interna do homem exerce constantemente, pressão, expressão aberta sem inibições. Aspectos principais: vontade de saúde, impulso para crescer, pressão para a individuação, busca de identidade própria, busca de educação e aperfeiçoamento pessoal. (Abraham H. Maslow – livro – La Tercera fuerza).
A filosofia educacional, através de excelentes pensadores, conseguiu manter-se, proporcionando pilares culturais, e sustentando aproximação do homem consigo mesmo e com os outros. Só obtém êxito os indivíduos que confiam em suas próprias observações, tornando-se mais humanos. A Cultura de Massa estimula um tipo de autoconsciência que liquida totalmente a introspecção, subjugando o ser humano à identificação com objetos, vestuário, carros e nada mais.
O maior problema do mundo moderno é a indiferença do homem consigo mesmo. A Cultura de Massa envolve o ser humano para que veja a si próprio, através dos olhos alheios, tornando-os presas fáceis de uma proposta anti-humana. A Cultura de Consumo explode em violência, porque o ser humano não agüenta a frustração de não ser ninguém para si mesmo e não ser ninguém para os outros.
A nossa mente precisa desabrochar. É a urgência do eu espiritual, despertando seu potencial infinito. Como indivíduos precisamos aprender a ler o contexto social e detectarmos as suas manipulações, por que se não o fizermos cometeremos um crime dos mais hediondos contra as futuras gerações.
Como sujeitos somos todos responsáveis e poderemos ajudar muito.
Deus existe.

Nenhum comentário:
Postar um comentário