Regina Diniz
A longo prazo diminui a perversidade que me envergonhava...
Clamou dentro do meu peito o grito de um eu enjaulado.
Ele me avisou com vigor que devia abrir o meu potencial.
Surgiu um eu fraco, cambaleante, abatido pela opressão...
Salvei a alma ao recusar o Deus objeto...
A longo prazo, diminui o medo de mim, dos outros e da cultura...
Conheci a essência do meu ritmo.
Vi que minha alma cambaleante tinha também um estilo de ser.
Vibrei ao dar o meu primeiro passo na individualização...
Salvei a alma ao aceitar investir na minha pessoa espiritual...
A longo prazo, diminui a cobiça por coisas e coisas...
Percebi que o meu guia interior gostava da beleza.
Senti que começava a construir um eu sadio...
Reconheci a autonomia da minha alma real...
Salvei a alma ao contemplar as correntes que borbulham os recomeços...
A longo prazo, aprendi a conjugar os valores universais...
Perdi tempo com hostilidades e agressividades mesquinhas.
Nasceu então em minha alma uma indignação legítima,
Que me revelava uma auto-afirmação saudável...
Salvei a alma ao admitir usar as armas espirituais...
A longo prazo acreditei nos meus potenciais idiossincrásicos...
Arrependi-me do ciúme que tinha da bondade e da beleza.
Reprovei-me pela inveja da inteligência dos outros.
Recobrei com vigor a minha auto-estima...
Salvei a alma ao dobrar-me para a construtividade espiritual...
A longo prazo, admiti ser filha de uma cultura entristecida...
Esforçar-me-ei para fugir das amarras da ignorância...
A alegria pura nasce da alma.
A alegria é pureza de consciência...
Salvei a alma ao acreditar na vida além da vida...
A longo prazo diminui a perversidade que me envergonhava...
Clamou dentro do meu peito o grito de um eu enjaulado.
Ele me avisou com vigor que devia abrir o meu potencial.
Surgiu um eu fraco, cambaleante, abatido pela opressão...
Salvei a alma ao recusar o Deus objeto...
A longo prazo, diminui o medo de mim, dos outros e da cultura...
Conheci a essência do meu ritmo.
Vi que minha alma cambaleante tinha também um estilo de ser.
Vibrei ao dar o meu primeiro passo na individualização...
Salvei a alma ao aceitar investir na minha pessoa espiritual...
A longo prazo, diminui a cobiça por coisas e coisas...
Percebi que o meu guia interior gostava da beleza.
Senti que começava a construir um eu sadio...
Reconheci a autonomia da minha alma real...
Salvei a alma ao contemplar as correntes que borbulham os recomeços...
A longo prazo, aprendi a conjugar os valores universais...
Perdi tempo com hostilidades e agressividades mesquinhas.
Nasceu então em minha alma uma indignação legítima,
Que me revelava uma auto-afirmação saudável...
Salvei a alma ao admitir usar as armas espirituais...
A longo prazo acreditei nos meus potenciais idiossincrásicos...
Arrependi-me do ciúme que tinha da bondade e da beleza.
Reprovei-me pela inveja da inteligência dos outros.
Recobrei com vigor a minha auto-estima...
Salvei a alma ao dobrar-me para a construtividade espiritual...
A longo prazo, admiti ser filha de uma cultura entristecida...
Esforçar-me-ei para fugir das amarras da ignorância...
A alegria pura nasce da alma.
A alegria é pureza de consciência...
Salvei a alma ao acreditar na vida além da vida...

Oi tiaaaaaa!!!!
ResponderExcluirAmei a tua iniciativa,belas palavras,vindo de uma alma que a muito tempo está a procura da verdade!
Que Deus e os Mestres te auxiliem nesta jornada!
Tua sobrinha que te gosta e te admira!
Sempre Ieda.