REGINA DINIZ
É indispensável centrar o nosso pensamento, permanentemente nos valores humanos autênticos. A reflexão profunda do pensador Abraham Maslow no seu livro”Motivation and Personality”, aborda em sua famosa pirâmide de crescimento pessoal as necessidades satisfeitas, como condição indispensável ao equilíbrio emocional. A cultura ideal é aquela que satisfaça os valores de liberdade, justiça, ordem e desafios (estimulação de impulsos construtivos).
No primeiro degrau da pirâmide como necessidade básica de vida de ordem fisiológica são citadas: ar - água - privacidade – repouso – sexo, junto com segurança e proteção pessoal. Este é considerado o caminho para se converterem em adultos equilibrados no sentido psicológico. Vê-se que os indivíduos que satisfazem suas próprias urgências vitais são mais sadios, felizes e eficientes. Os indivíduos frustrados em suas necessidades básicas desenvolvem sintomas psicopatológicos.
Em sua pirâmide, Maslow aborda a necessidade de desenvolvimento, no qual identificamos como valores de ser as metanecessidades. Em segundo lugar está o amor fraterno. Em terceiro lugar está a auto-estima definida como o desejo de ser considerado pelos demais indivíduos.
Até o topo da pirâmide são aglomeradas onze metanecessidades
para alcançarmos a auto-realização, que expressa os seguintes valores: significação – auto-suficiência – simplicidade – ordem – justiça – perfeição – individualidade – vitalidade – beleza – bondade - verdade. A pirâmide de Maslow é a bússola nas entrevistas para seleção de trabalho. Especialistas em comportamento a usam como porta de entrada e também para avaliação permanente de desempenho funcional.
A pensadora Karen Horney em seu livro: “ Conheça-se a si mesmo”(1984 – Editora Difel – Difusão Editorial) afirma que as propostas que intensificam o amor, a impetuosidade construtiva e a criatividade, reduz o temor e a hostilidade. Estes valores citados são congênitos no ser humano. As necessidades básicas atendidas constituem um forte nascedouro de personalidades sadias.
No século XX, intencionalmente esses valores humanos autênticos, foram anulados ou deformados pela irrupção de síndromes patológicas individuais ou sociais. A civilização tecnológica – a era da multiplicação do poder criador humano pela máquina – merece um contraponto no sentido de clamar pela restauração da dignidade do homem relegada e posta a margem da vida, com o advento avassalador do predomínio cibernético.
A nossa realidade demonstra a necessidade vital da humanização da tecnologia, ou seja, uma tecnologia que sirva à humanidade toda e não sirva apenas para aumentar a riqueza e o poder das nações ricas e poderosas. O cerne dessa urgente humanização é a criação concreta de um novo humanismo, fundado limpidamente na força da esperança de evoluir como pessoa, e que se alimente e se sustente de transformações reclamadas pelas gerações, que agora buscam se confirmar no plano social, econômico e individual.
A construção desse humanismo é a grande tarefa do nosso tempo. As provas da mecanização do homem se multiplicam monotonamente na vida das relações sociais, afetivas, econômicas, psicológicas e políticas.
É uma urgente questão de sobrevivência emocional e espiritual, o renascimento deste novo homem, atuante centro de uma civilização tecnológica, que já se lançou à saturação total. Agora são necessárias idéias para a nossa plena realização humana, superior às exigências que conduzem ao predomínio estéril das coisas...
O ideal seria fazer clarificações históricas. Não é possível admitir o consumo de ostentação em culturas pobres. É uma poderosa manipulação dos países mais ricos, da qual devemos nos libertar. É sempre a mesma regra do jogo. Em descobertas históricas, sabemos que 10 mil anos antes de Cristo, no vale dos reis no Egito, muitos reis e suas famílias dominavam exércitos de até 5.000 guerreiros para se apossarem indevidamente do ouro de outros grupos humanos. Levavam para seus túmulos, acreditando que iriam usá-lo no mundo espiritual...
Para entender este lindo planeta é preciso praticar uma visão aberta do mundo. É necessário elaborar uma compreensão profunda de nossas raízes, desde milênios atrás até o nosso presente momento histórico, nos exigindo uma competente leitura do contexto.
Uma choupana com alimentos, vestuário, junto com a consciência de um trabalho honesto, é um hotel cinco estrelas. A constante prática reflexiva é o maior tesouro do ser humano. Consumo consciente é o único caminho para não sermos dominados e manipulados. A preocupação com idéias construtivas é o que o mundo precisa e não só de máquinas virtuais...
É indispensável centrar o nosso pensamento, permanentemente nos valores humanos autênticos. A reflexão profunda do pensador Abraham Maslow no seu livro”Motivation and Personality”, aborda em sua famosa pirâmide de crescimento pessoal as necessidades satisfeitas, como condição indispensável ao equilíbrio emocional. A cultura ideal é aquela que satisfaça os valores de liberdade, justiça, ordem e desafios (estimulação de impulsos construtivos).
No primeiro degrau da pirâmide como necessidade básica de vida de ordem fisiológica são citadas: ar - água - privacidade – repouso – sexo, junto com segurança e proteção pessoal. Este é considerado o caminho para se converterem em adultos equilibrados no sentido psicológico. Vê-se que os indivíduos que satisfazem suas próprias urgências vitais são mais sadios, felizes e eficientes. Os indivíduos frustrados em suas necessidades básicas desenvolvem sintomas psicopatológicos.
Em sua pirâmide, Maslow aborda a necessidade de desenvolvimento, no qual identificamos como valores de ser as metanecessidades. Em segundo lugar está o amor fraterno. Em terceiro lugar está a auto-estima definida como o desejo de ser considerado pelos demais indivíduos.
Até o topo da pirâmide são aglomeradas onze metanecessidades
para alcançarmos a auto-realização, que expressa os seguintes valores: significação – auto-suficiência – simplicidade – ordem – justiça – perfeição – individualidade – vitalidade – beleza – bondade - verdade. A pirâmide de Maslow é a bússola nas entrevistas para seleção de trabalho. Especialistas em comportamento a usam como porta de entrada e também para avaliação permanente de desempenho funcional.
A pensadora Karen Horney em seu livro: “ Conheça-se a si mesmo”(1984 – Editora Difel – Difusão Editorial) afirma que as propostas que intensificam o amor, a impetuosidade construtiva e a criatividade, reduz o temor e a hostilidade. Estes valores citados são congênitos no ser humano. As necessidades básicas atendidas constituem um forte nascedouro de personalidades sadias.
No século XX, intencionalmente esses valores humanos autênticos, foram anulados ou deformados pela irrupção de síndromes patológicas individuais ou sociais. A civilização tecnológica – a era da multiplicação do poder criador humano pela máquina – merece um contraponto no sentido de clamar pela restauração da dignidade do homem relegada e posta a margem da vida, com o advento avassalador do predomínio cibernético.
A nossa realidade demonstra a necessidade vital da humanização da tecnologia, ou seja, uma tecnologia que sirva à humanidade toda e não sirva apenas para aumentar a riqueza e o poder das nações ricas e poderosas. O cerne dessa urgente humanização é a criação concreta de um novo humanismo, fundado limpidamente na força da esperança de evoluir como pessoa, e que se alimente e se sustente de transformações reclamadas pelas gerações, que agora buscam se confirmar no plano social, econômico e individual.
A construção desse humanismo é a grande tarefa do nosso tempo. As provas da mecanização do homem se multiplicam monotonamente na vida das relações sociais, afetivas, econômicas, psicológicas e políticas.
É uma urgente questão de sobrevivência emocional e espiritual, o renascimento deste novo homem, atuante centro de uma civilização tecnológica, que já se lançou à saturação total. Agora são necessárias idéias para a nossa plena realização humana, superior às exigências que conduzem ao predomínio estéril das coisas...
O ideal seria fazer clarificações históricas. Não é possível admitir o consumo de ostentação em culturas pobres. É uma poderosa manipulação dos países mais ricos, da qual devemos nos libertar. É sempre a mesma regra do jogo. Em descobertas históricas, sabemos que 10 mil anos antes de Cristo, no vale dos reis no Egito, muitos reis e suas famílias dominavam exércitos de até 5.000 guerreiros para se apossarem indevidamente do ouro de outros grupos humanos. Levavam para seus túmulos, acreditando que iriam usá-lo no mundo espiritual...
Para entender este lindo planeta é preciso praticar uma visão aberta do mundo. É necessário elaborar uma compreensão profunda de nossas raízes, desde milênios atrás até o nosso presente momento histórico, nos exigindo uma competente leitura do contexto.
Uma choupana com alimentos, vestuário, junto com a consciência de um trabalho honesto, é um hotel cinco estrelas. A constante prática reflexiva é o maior tesouro do ser humano. Consumo consciente é o único caminho para não sermos dominados e manipulados. A preocupação com idéias construtivas é o que o mundo precisa e não só de máquinas virtuais...

Nenhum comentário:
Postar um comentário