Estamos encarcerados no consumo tecnológico estrangeiro...
Os sete amos são implacáveis, controlam tudo com perfeição.
E nós nos matando com violência...
É imperioso achar outro caminho...
Só a prosperidade material de nada adianta...
Abram o coração! Afeto mais afeto...
Será que seremos escravos por séculos e séculos?
Trabalhamos e só os sete países mais ricos obtém lucros,
Nem no quarto milênio terminaremos de pagar a dívida,
Eles se equivocaram: ela já está quitada...
Pelo trabalho escravo não cresceremos como espíritos.
Abram o coração! Afeto mais afeto...
Morrem crianças de doença e fome enlutando o planeta,
Mas a sede sádica é insaciável,
Gastam um milhão de dólares por minuto em armamentos,
Fazem do mundo propriedade particular deles...
Quando transcenderemos a ganância materialista?
Abram o coração! Afeto mais afeto...
O país está cheio de armas potentes,
Elas não são construídas aqui,
Antigamente esmagaram os índios,
Agora somos nós que estamos a mais...
Quando seremos atraídos pela centelha espiritual da igualdade?
Abram o coração! Afeto mais afeto...
A natureza é linda e generosa,
Não merecemos viver neste matadouro,
Porque este mundo é de Deus
E não de homens psicóticos...
Quando aprenderemos a concepção de fraternidade universal?
Abram o coração! Afeto mais afeto...
É preciso união... serão muitas as tempestades...
A sede de eliminação não é daqui vem de lá...
É preciso despertar, despertar e despertar...
Enlaçaremos as mãos, senão ficaremos despidos na tempestade...
Quando entenderemos que Deus reside em toda parte?...
Abram o coração! Afeto mais afeto...

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