Regina Diniz
Exercitar o amor por si mesmo exige o equilíbrio incondicional...
Neste fim de século a humanidade chegou perto do suicídio coletivo...
Agora, começa a soprar a suave brisa da cooperação entre os homens...
Formam-se redes cada vez mais sofisticadas de ajuda mútua...
As badaladas dos sinos nos falam da perfeição de Deus...
É salutar festejar os benefícios da vida tal como ela é...
Exercitar o amor por si mesmo exige humildade batendo no esnobismo...
Expressamos a dimensão espiritual de nossa vida de maneira simples,
Esta atitude nos fortalece e transborda a nossa existência de luz,
Gratificaremos a nossa alma e não sentiremos inveja de ninguém.
As badaladas dos sinos nos aconselham valores eternos...
É salutar valorizar as dádivas do momento presente...
Exercitar o amor por si mesmo exige a rejeição ao narcisismo...
Onde o fracasso material é evidente surge a competição selvagem,
Matamo-nos para impor a mentira do que não somos,
Assassinamo-nos por acreditar na mentira que mentimos para nós...
As badaladas dos sinos nos lembram do valor da autenticidade...
É salutar agradecer a Deus por simplesmente viver...
Exercitar o amor por si mesmo exige o divórcio do delírio consumista...
A vida, toda a vida é sagrada.
É maravilhoso sentir o ritmo de afirmação com tudo o que é vivo...
Com certeza não nascemos só para consumir as coisas da terra...
As badaladas dos sinos nos dizem que o avanço espiritual é que vale...
É salutar equilibrar o espiritual com o material...
Exercitar o amor por si mesmo exige luta permanente a seu favor...
Não adianta ficarmos tristes e tratarmos os outros como fracassados,
É destruidor praticarmos o discurso desqualificador.
Crescemos como indivíduos, quando investimos com amor e fé...
As badaladas dos sinos nos avisam da perpétua evolução...
É salutar ver que o alimento da alma é a união entre si...
Exercitar o amor por si mesmo exige a aliança com os outros...
Só o afeto cura e nos transforma em bondade incondicional...
Todos desejamos ser amados...

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